15 de Maio – Dia Internacional da Família – International Day of Families

Por proposta da Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1994, o dia 15 de maio de cada ano assinala o Dia Internacional da Família. Esta iniciativa é uma forma de reconhecer o papel nuclear da família na sociedade e de impulsionar a adoção de medidas no plano nacional e internacional com o fim de melhorar a condição da família.

Na sociedade de hoje, a dimensão que assumem os problemas da educação, do envelhecimento, da tóxico-dependência, da violência doméstica e  da pobreza, exigem políticas e planos de ação integrados que fortaleçam a capacidade da família para atender às suas próprias necessidades, e promovam  a conciliação entre o trabalho e as responsabilidades familiares.

The year 1994 was proclaimed as the International Year of Families by the United Nations. This was a response to changing social and economic structures, which have affected and still affect the structure and stability of family units in many regions of the globe. The International Day of Families, on May 15, is an occasion to reflect on the work started during 1994 and to celebrate the importance of families, people, societies and cultures around the world. It has been held every year since 1995.

The International Day of Families is an occasion to celebrate the importance of families to people, societies and cultures around the world.

Fonte: Time and Date / Casa da Partilha

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Published in: on 14/05/2016 at 20:35  Deixe um comentário  
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Dia dos Pais – Segundo Domingo de Agosto (Data Móvel)

Dizem que o primeiro a comemorar o Dia dos Pais foi um jovem chamado Elmesu, na Babilônia, há mais de 4.000 anos. Ele teria esculpido em argila um cartão para seu pai.

Em 1909 a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd queria um dia especial para homenagear o pai, William Smart, um veterano da guerra civil que ficou viúvo quando sua esposa teve o sexto bebê e que criou os seis filhos sozinho em uma fazenda no Estado de Washington. Foi olhando para trás, depois de adulta, que Dodd percebeu a força e generosidade do pai.

O primeiro Dia dos Pais foi comemorado em 19 de junho de 1910, em Spokane, Washington. A rosa foi escolhida como a flor oficial do evento. Os pais vivos deviam ser homenageados com rosas vermelhas e os falecidos com flores brancas. Pouco tempo depois, a comemoração já havia se espalhado por outras cidades americanas. Em 1972, Richard Nixon proclamou oficialmente o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais.

O pai brasileiro ganhou um dia especial a partir de 1953. A iniciativa partiu do jornal O Globo do Rio de Janeiro, que se propôs a incentivar a celebração em família, baseado nos sentimentos e costumes cristãos. Primeiro foi instituído o dia 16 de agosto, dia de São Joaquim. Mas como o domingo era mais propício para as reuniões de família, a data foi transferida para o segundo domingo de agosto.

Em São Paulo a data foi formalmente comemorada pela primeira vez em 1955, pelo grupo Emissoras Unidas. O grupo organizou um grande show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Lá foram premiados Natanael Domingos, o pai mais novo, de 16 anos; Silvio Ferrari, de 96 anos, como o pai mais velho; e Inácio da Silva Costa, de 67 anos, como o campeão em número de filhos, um total de 31. As gravadoras lançaram quatro discos em homenagem aos pais. O maior sucesso foi o baião É Sempre Papai, com letra de Miguel Gustavo, interpretada por Jorge Veiga. O Dia dos Pais acabou contagiando todo o território brasileiro e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto.

Muitos países têm datas especiais para homenagear os pais. A Inglaterra e a Argentina também comemoram a data no terceiro domingo de junho. Na Itália e em Portugal, a homenagem acontece no Dia de São José, 19 de março. Na Austrália é no segundo domingo de setembro. E na Rússia, no dia 23 de fevereiro.

Fonte: Arte Educação

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Published in: on 09/08/2015 at 01:46  Deixe um comentário  
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18 de Novembro – Dia Nacional do Conselheiro Tutelar

A Lei Federal número 11.622, de 19 de dezembro de 2007, instituiu o Dia Nacional do Conselheiro Tutelar, a ser comemorado anualmente em 18 de novembro.

Os Conselhos Tutelares surgiram com a criação da Lei número 8.069, de 13 de julho de 1990. Esta Lei é conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

No Brasil, os Conselhos Tutelares são órgãos municipais destinados a zelar pelos direitos das crianças e adolescentes. Sua competência e organização estão previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (artigos 131 a 140).

O Conselho Tutelar é composto por cinco membros, eleitos pela comunidade para acompanharem as crianças e os adolescentes e decidirem em conjunto sobre qual medida de proteção para cada caso. Devido ao seu trabalho de fiscalização a todos os entes de proteção (Estado, comunidade e família), o Conselho goza de autonomia funcional, não tendo nenhuma relação de subordinação com qualquer outro órgão do Estado.

Para ser Conselheiro Tutelar, a pessoa deve ter mais de 21 anos, residir no município, e reconhecida idoneidade moral, mas cada município pode criar outras exigências para a candidatura a Conselheiro, como carteira nacional de habilitação ou nível superior.

Dentre as atribuições do conselheiro estão: atender as crianças e adolescentes e aplicar medidas de proteção; atender e aconselhar os pais ou responsável e aplicar medidas pertinentes previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente; promover a execução de suas decisões podendo requisitar serviços públicos, e entrar na Justiça quando alguém, injustificadamente, descumprir suas decisões; levar ao conhecimento do Ministério da Justiça a adolescentes infratores.

Fonte: Dji / Wikipédia

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26 de Setembro – Dia Mundial da Contracepção – World Contraception Day

A data escolhida para promover a qualidade do planejamento familiar a nível internacional e aumentar a consciência pública sobre a contracepção é o dia 26 de Setembro.

Nos países desenvolvidos, estima-se que 49% das gravidezes são indesejadas, 36% terminam em aborto, e que 85% das mulheres sexualmente ativas que não tomam a pílula vão engravidar no espaço de um ano.

Além disso, mais de um quarto das mulheres entre os 15 e os 24 anos não utilizam nenhum contraceptivo na primeira relação sexual.

World Contraception Day is an annual event taking place on 26th September each year. Every year, countries and regions around the world organize events to mark World Contraception Day and to demonstrate their commitment to raising awareness of contraception and improving education regarding reproductive and sexual health.

Fonte: Baby Boom / Your Life

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26 de Julho – Dia da Vovó

Comemora-se o Dia da Vovó em 26 de julho porque esse é o dia de Santa Ana, mãe de Maria e avó de Jesus Cristo. Conta a história que Ana e o marido, Joaquim, não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Ela teve uma menina quando já tinha uma idade avançada e a batizou de Maria.

Festejar o Dia da Vovó significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, a importância do convívio com as pessoas e com a família. O papel desempenhado pelas avós é muito importante para a criança, pois costumam fazer parte das nossas lembranças de infância.

Oração de Santa Ana

Ó Senhora Santa Ana, fostes chamada por Deus a colaborar na salvação do mundo. Seguindo os caminhos da Providência Divina, recebestes São Joaquim por esposo. Deste vosso matrimônio, vivido em santidade, nasceu Maria Santíssima, que seria a Mãe de Jesus Cristo. Formando Vós família tão santa, confiantes nós pedimos por esta nossa família. Alcançai-nos a todos as graças de Deus: aos Pais deste lar, que vivam na Santidade do matrimônio e formem seus filhos segundo o Evangelho; aos Filhos desta casa, que cresçam em sabedoria, graça e santidade e encontrem a vocação a que Deus os chamou. E a Todos nós, Pais e Filhos, alcançai-nos a alegria de viver fielmente na Igreja de Cristo, guiados sempre pelo Espírito Santo, para que um dia após as alegrias e sofrimentos desta vida, mereçamos também nós chegar à casa do Pai, onde vos possamos encontrar, para juntos sermos eternamente felizes, no Cristo, pelo Espírito Santo. Amém.

Fonte: Criança Genial / Unibarretos

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Published in: on 22/07/2013 at 15:26  Deixe um comentário  
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25 de Maio – Dia Nacional da Adoção

Em 1996, durante o I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção, que ocorreu nos dia 24 e 25 de maio, em Rio Claro- SP, foi eleito o dia 25 de maio como o “Dia Nacional da Adoção”. Seis anos depois, nasceu oficialmente o Dia Nacional da Adoção, através da aprovação da Lei número 10.447 de 9 de maio de 2002.

A partir desta data, todos os anos as Associações e Grupos de Apoio à Adoção, em diversos estados do Brasil, realizam atividades comemorativas, que também visam despertar o olhar da sociedade sobre a adoção e o direito de crianças e adolescente à convivência familiar e comunitária.

A busca por um lar e por convivência familiar é um drama que faz parte da vida de milhares de crianças e adolescentes em todo Brasil. Diante disso, a alternativa mais segura para reinserir esses meninos e meninas no seio de uma família, possibilitando que eles se sintam seguros e sejam tratados com carinho e respeito é a adoção. A adoção é um procedimento legal que consiste em transferir todos os direitos e deveres de pais biológicos para uma família substituta, conferindo às crianças e adolescentes adotados todos os direitos e deveres de filhos. Porém, essa possibilidade só deve ser cogitada a partir do momento em que forem esgotadas todas as tentativas para manter o menino ou menina em convívio com a família original.

Um dos fatores que dificulta o processo de adoção em todo Brasil diz respeito às exigências feitas pelos pretendentes à adoção. Grande parte dos candidatos a pais adotivos manifesta o desejo de adotar crianças do sexo feminino, recém-nascidas, brancas e que não tenham irmãos, sendo que a maioria das crianças aptas à adoção não correspondem a essas características.

Lançado em 29 de abril de 2008, o Cadastro Nacional de Adoção (CNA) é uma ferramenta usada para auxiliar os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos processos de adoção. Com o objetivo de unificar os dados de todo o País e assim agilizar os processos, o projeto é importante para se pensar políticas públicas voltadas para a população infanto-juvenil que espera pela possibilidade de convivência familiar.

 Os anseios da sociedade também estão começando a ser atendidos mediante a desburocratização do processo de adoção, uma vez que o Cadastro uniformiza todos os bancos de dados sobre crianças e adolescentes aptos à adoção no Brasil e os pretendentes; racionaliza os procedimentos de adoção, já que o pretendente estará apto a adotar em qualquer comarca ou Estado da Federação e garante que somente quando esgotadas as chances de adoção nacional possam os meninos e meninas serem encaminhados para adoção internacional.

Fonte: Grupo Renascer / Direitos da Criança

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O Poder da Mãe

A mãe tem um poder marcante na vida de cada ser humano. Nos nove meses em que ficou em gestação dentro do ventre materno, recebeu dela muitos estímulos pelo líquido uterino, morno e aconchegante, ouvia as setenta e duas batidas por minuto do seu coração, sentia as vibrações, pressão e movimentos do seu corpo, durante o andar ou o seu falar.

Sentia até quando a mãe acariciava a barriga como se estivesse acariciando o bebê, estímulos físicos que a acalmavam e também ao feto. Ao sair do ambiente aconchegante do útero materno, no qual sentia-se bem, protegido e em segurança, o bebê obviamente continua a receber de sua mãe os estímulos físicos e psicológicos, além dos cuidados que o fazem, nesse período sentir-se bem e feliz: é amamentado, cuidado, abraçado, beijado, acariciado, embalado, lavado, carregado, etc. Quando o bebê vai crescendo, desenvolvendo a sua independência como ser humano, ele recebe ainda grande influência de sua mãe, além de outros adultos que com ele convivem.

O poder de uma mãe na vida de cada ser humano é tão forte que poderá formar uma personalidade sadia ou desequilibrada na criança, dependendo de como a mãe a trata e estimula. Se cada mãe fizer bem o seu trabalho, na sua importante missão como educadora e incentivadora de uma vida saudável na criança, certamente os resultados serão muito positivos. Uma mãe incentivadora dará estímulos positivos ao filho como, por exemplo: “Amo você, como fico feliz de você ter nascido meu filho/a”, “Parabéns, está muito bom isso que fez”, “Você é inteligente e uma boa criança”, “Sei que você é capaz de fazer, tente de novo”.

Feliz da criança que tiver uma mãe que lhe dá estímulos positivos como esses, estímulos de amor, de aceitação e de confiança, que sabe valorizar os seus acertos e que sabe agir quando a criança erra, orientando-a para aprender a fazer o certo. Esse é o agir de uma mãe com atitudes de firmeza mas com um coração enorme, formando um filho saudável, uma pessoa com qualidades humanas. Uma mãe que faz a criança aprender as regras de um conviver sadio, aprendendo a ser disciplinada nas coisas da vida, e a aprender os limites que existem, evitando que a criança desenvolva a atitude de que “pode tudo” sendo uma “pequena tirana”, dominando os pais com suas birras e vontades, e em casos extremos, ache normal realizar atos de vandalismo, a ser agressiva e violenta.

É preciso que haja, cada vez mais, mães educadoras e estimuladoras, mães atentas e interessadas no desenvolvimento dos seus filhos. Agindo assim, essas mães estarão influenciando positivamente na formação da personalidade da criança, formando nelas uma auto-imagem positiva. Essa formação saudável influenciará toda a vida daquela criança levando-a, quando adulta, a ser equilibrada e feliz, contribuindo para que a sociedade humana seja melhor, com pessoas de qualidade.

Ao contrário disso, se uma mãe der à criança mensagens negativas, depreciativas ou agressivas, certamente estará formando uma personalidade problemática. Mensagens negativas como, por exemplo: “Você não deveria ter nascido, detesto você!”, “Espera só seu pai chegar para ver a surra que vai levar!”, “Não adianta tentar, você não é capaz de fazer”, “Desça já daí! Você não tem capacidade para subir aí!”, “Como você é burra!”, “Como você é lerda para aprender!”, “Burrice igual à sua eu nunca vi!”, “Você é surda, sua idiota?!” Estímulos negativos como esses certamente irão contribuir para formar uma criança insegura, medrosa ou agressiva, com problemas de relacionamento e até uma criança violenta, que terá problemas de aceitação de si mesma e dos outros. Quando a mãe é educadora negativa está, na realidade realizando um grande desperdício de oportunidades para formar um filho saudável e equilibrado. Na adolescência ou na vida adulta desse filho, é que a mãe (e a sociedade) colherá “a tempestade” dos desequilíbrios que ela própria, como mãe, plantou na educação do filho.

A sociedade atual necessita urgente de mães que realizem ações para que seus filhos evoluam com personalidades saudáveis e equilibradas, contribuindo assim, para que a sociedade seja formada por crianças, jovens e adultos melhores. Ainda é tempo, ainda é possível realizar mudanças para uma sociedade melhor. Você que é mãe, faça bem a sua parte!

Autor: Antonio de Andrade

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Published in: on 11/05/2013 at 01:32  Deixe um comentário  
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Lei Maria da Penha vale mesmo sem queixa da agredida

Por 10 votos a 1, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu dia 09/02/2012, que a partir de agora, o Ministério Público pode denunciar o agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher, mesmo que a mulher não apresente queixa contra quem a agrediu.

A Lei Maria da Penha protege mulheres contra a violência doméstica e torna mais rigorosa a punição aos agressores. De acordo com norma original, sancionada em 2006, o agressor só era processado se a mulher agredida fizesse uma queixa formal.

Até esta decisão, a Lei Maria da Penha permitia inclusive que a queixa feita pela mulher agredida fosse retirada. A partir de agora, o Ministério Público pode abrir a ação após a apresentação da queixa, o que garante sua continuidade.

O Supremo julgou nesta quinta duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva que pretendiam garantir a aplicação da lei para coibir a violência doméstica.

Em seu voto, o relator das ações, Marco Aurélio Mello, votou a favor da abertura de ação penal contra agressores a partir de queixa feita pelo Ministério Público, sem obrigação de que a mulher tenha de tomar a iniciativa de denunciar o crime.

Ele argumentou que, em caso de violência doméstica, é preciso considerar a necessidade de “intervenção estatal” para garantir a proteção da mulher, como previsto na Constituição. “Sob o ponto de vista feminino, a ameaça e as agressões físicas não vêem, na maioria dos casos, de fora. Estão em casa, não na rua. O que não reduz a gravidade do problema, mas aprofunda, porque acirra a situação de invisibilidade social”, observou o ministro.

Único a votar contra essa interpretação, o presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, ponderou sobre as consequências da atuação do Estado nos casos de violência contras as mulheres. Para ele, essa mudança de interpretação na lei pode inibir a representação de queixas por parte da mulher.

Argumentou ainda que a atuação do Ministério Público pode desconsiderar a vontade da mulher e até acirrar a violência nas famílias. “Há o risco de que, a mulher continuando a conviver com o parceiro, no meio dessa convivência, eventualmente já pacificada, sobrevenha uma sentença condenatória que terá no seio da família consequências imprevisíveis, e que pode desencadear maior violência”, completou Peluso.

A observação foi rebatida pelo relator. “Penso que o valor maior a ser resguardado é o valor que direciona à proteção da mulher e o estado não a protege quando exige que ela adote postura de antagonismo contra o que já se revelou agressor”, disse Marco Aurélio.

Já o ministro Gilmar Mendes, embora tenha votado a favor da nova interpretação, afirmou que a denúncia proposta pelo Ministério Público, independentemente da vontade da agredida, pode ser mais um motivo de desentendimento no núcleo familiar.

“Às vezes, a ação penal pública incondicionada [processo aberto sem queixa da agredida] vai ser um elemento de desagregação familiar e o texto constitucional quer um mínimo de integração. Daí eu não estar seguro quanto a essa fórmula que vamos eleger”, disse Mendes.

No primeiro processo, o tribunal declarou, por unanimidade, a constitucionalidade de três artigos da Lei Maria da Penha que tratam do regime diferenciado criado pela norma para punir os agressores de mulheres, com a criação de juizados de violência doméstica contra a mulher. O julgamento terminou com aplausos no plenário.

De acordo com o voto do relator, a lei está em “harmonia” também com tratados internacionais, assinados pelo governo brasileiro, que prevêem a criação de normas para prevenir e punir a violência específica contra a mulher.

“A Lei Maria da Penha retirou da invisibilidade e do silêncio a vítima de hostilidade ocorrida na privacidade do lar e representou movimento legislativo claro no sentido de garantir a mulheres agredidas o acesso efetivo à reparação e justiça”, disse o ministro Marco Aurélio.

Ao defender a importância da atuação do Ministério Público nos casos de agressão contra mulheres, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou que condicionar a punição à apresentação de queixa por parte da vítima é “perpetuar um quadro de violência física contra a mulher”.

De acordo com a representante da Advocacia-Geral da União (AGU), Graice Mendonça, 92,09% da violência doméstica é praticada pelo homem em face da mulher, o que demonstra a necessidade de um regime legal diferenciado para conter a violência contra o sexo feminino.

“Esses dados espancam a tese de que a Lei Maria da Penha fere a isonomia entre homens e mulheres. O que é o principio da igualdade senão tratar desigualmente aqueles que se encontram em posição de desigualdade”, disse a representante da AGU.

Durante o julgamento, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, citou dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), segundo os quais, desde a entrada em vigor da lei, foram distribuídos 331.796 processos que tratam de agressões a mulheres. Desse total, segundo o CNJ, 110.998 foram sentenciados até março de 2011.

“A quantidade de processos nas prateleiras das varas criminais responsáveis pelo julgamento dos casos envolvendo crimes contra mulheres ilustra a dificuldade do Poder Judiciário em atender a demanda das vítimas”, disse o presidente da OAB.

Fonte: G1

A Importância da Mãe na Vida do Filho

Atualmente, muitas mulheres necessitam dividir seus afazeres do trabalho com a tarefa de ser mãe, esposa, dona de casa e ainda conseguir tempo para cuidar da saúde do corpo, beleza e ainda um tempinho para a diversão Mas não podemos esquecer do principal: dos filhos.

As mães trabalhadoras devem compensar o tempo que permanecem longe dos pequeninos por inúmeros motivos. Prestar atenção ao que filho gosta de fazer, acompanhar seu desempenho na escola, alimentação e o mais importante, realizar tarefas ao lado da criança, sejam elas de lazer ou educação e responsabilidade.

A mãe representa pontos cruciais na formação do ser humano, é a partir dos conceitos passados por ela que se desenvolverão habilidades no trato social, familiar, psicológico e até mesmo ambiental. A harmonia da casa, o bom relacionamento com o marido e a satisfação própria como mulher devem caminhar juntos para um ambiente familiar saudável. Estes conceitos estão presentes na formação do caráter, que são responsáveis pelo desenvolvimento da responsabilidade e crescimento pessoal de cada ser.

A figura da mãe dentro de uma família é tão importante que chega a superar a figura paterna. A presença da mãe representa a continuidade da vivência no útero. Até os 3 anos de idade a criança se enxerga como uma extensão da mãe. Somente após essa idade é que o pai ganha espaço na personalidade do filho. A ligação da mãe com o filho é mais intensa, pois foi no útero que o bebê recebeu seus primeiros cuidados, como a alimentação, calor, proteção e conforto. É através do cheiro, da audição, do paladar que a criança se liga mais à mãe após o nascimento, pois foi dentro do corpo dela que ele sentiu essas primeiras sensações.

O ato de oferecer o peito e mamar já é uma ligação forte entre os dois. Nos casos dos bebês, o ideal é que as mães permaneçam no mínimo duas horas com a criança. Em muitos casos, a ausência faz com que os bebês se identifiquem com quem cuida como avós e babás, e acabem naturalmente rejeitando o colo da mãe. Outra dica é aproveitar a hora de dormir para cantar para o bebê, já que no útero ele estava habituado a ouvi-la. Nas crianças com idade de 3 a 7 anos, é realmente importante que a mãe participe de brincadeiras com os filhos.

A partir dessa idade até a pré-adolescência, a criança começa a entender e a sentir a necessidade da presença do pai, principalmente as meninas. Em muitos casos, as mulheres deixam os maridos de lado após o nascimento do primeiro filho. Para que a relação continue a dar certo, ela deve se dividir entre os cuidados com o bebê e a atenção ao marido, pois o primeiro passo para que o conceito família se estabeleça, é a união do casal.

Um ponto que gera discussão na educação dos filhos é o ato de bater para educar. Dar um tapa é diferente do castigo e poucas vezes faz mais efeito para a criança. Jamais parta para violência, ela gera revolta e desunião do lar. Uma palmada de leve no bumbum pode servir como advertência. Muitos ainda acreditam que um tapinha de leve no dorso da mão é inofensivo, mas a mão da criança ainda possui ossos finos em formação, o que pode levar a uma fratura.

Fonte: Amigos do Freud

Published in: on 13/06/2011 at 01:00  Deixe um comentário  
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