Obesidade já é considerada epidemia mundial

O mundo está mais gordo. Já faz tempo que a obesidade deixou de ser um problema meramente de ordem estética e foi alçado para a categoria de doença crônica. De acordo com os números da Organização Mundial da Saúde (OMS) são mais de um bilhão de adultos com excesso de peso no ano de 2000. Desse grupo, pelo menos 300 milhões são obesos contra 200 milhões em 1995.  A situação é tão alarmante que a doença já até ganhou status de epidemia. A estimativa é que em 2030 o mal aumente 70% nos Estados Unidos, 50% na Inglaterra e 30% no Brasil. Por aqui, uma pesquisa realizada pelo IBGE identificou que, pelo menos, 38 milhões de brasileiros são obesos. A ala masculina é a mais afetada, somando 41% dessa farta fatia da população.

Uma pesquisa realizada pelo Albert Einstein Medicina Diagnóstica com quatro mil executivos entre 2004 e 2006, revelou que 71% dos homens estavam acima do peso contra 26% das mulheres. Nenhuma faixa etária está livre do mal.

A obesidade infantil também já apresenta dimensões sinistras. Segundo a OMS, existem 17,6 milhões de crianças obesas no mundo inteiro com idade inferior a cinco anos.

A maior autoridade de saúde dos Estados Unidos, o Surgeon General afirma que desde 1980 o número de crianças obesas dobrou e o de adolescentes triplicou no país.

Embora o fator genético contribua para desenvolver esse mal, as principais causas da doença ainda recaem sobre o consumo crescente de comidas com alto valor calórico, ricas em gorduras saturadas e açúcares, além de atividade física reduzida, ou seja, sedentarismo.

A doença alcança três níveis de gravidade. O primeiro deles, tomando-se como base o IMC, quem está com mais de 15 quilos já é considerado obeso. Nesse caso, uma dieta orientada e exercícios praticados regularmente funcionam para aplacar a doença. O segundo estágio é a obesidade mórbida, que abrange as pessoas que se encontram com 30 quilos a mais. Esse grupo apresenta outras doenças e não emagrece o suficiente com tratamento. Já a superobesidade atinge pessoas que pesam 50 quilos extras e, muitas vezes, não saem mais da cama nem fazem tarefas simples, como amarrar os sapatos.

Um estudo publicado na revista científica BMC Public Health concluiu que os sobreviventes do acidente na usina nuclear de Chernobyl, em 1986, e das bombas atômicas que atingiram Hiroshima e Nagasaki, em 1945, sofrem consequências parecidas ou até menores dos que quem vivem em áreas poluídas, fuma ou é obeso.

Pessoas que fumaram a vida inteira podem ter dez anos a menos de vida por causa do vício, enquanto que obesos, aos 35 anos, em grau elevado (com um IMC acima de 40) podem morrer de quatro a dez anos antes. Já os sobreviventes das bombas atômicas do Japão, que estavam num raio de 1,5 km do epicentro da explosão, têm a expectativa de vida reduzida em 2,6 anos, em média.

A obesidade por si só desencadeia uma série de consequências nefastas ao organismo. Os casos mais graves que podem levar à morte estão distribuídos em quatro categorias: doenças cardiovasculares, doenças como o diabetes, associadas à resistência de insulina; certos tipos de câncer, como o de intestino, e doenças da vesícula biliar. A probabilidade de desenvolver hipertensão e diabetes aumenta sensivelmente quando o paciente engorda .

A OMS calcula que, aproximadamente, 90% das pessoas com diabetes tipo 2 são obesas ou têm excesso de peso. Ter um IMC acima do ideal contribui para cerca de 58% do diabetes, 21% das cardiopatias isquêmicas e entre 8% e 42% de determinados tipos de câncer, como os de mama, cólon, próstata, endométrio, rins e vesícula biliar.

No rol dos problemas de saúde considerados não fatais estão os problemas respiratórios, musculares e esqueléticos crônicos, doenças de pele, depressão e infertilidade. Nas mulheres, o excesso de gordura na barriga pode provocar o surgimento de ovários micropolicísticos, principal causa de baixa fertilidade. O IMC elevado também colabora para o aparecimento da osteoartrite ou artrose, principal causa para a incapacitação dos adultos.

A doença promove um desgaste das cartilagens que ficam entre os ossos e que serviam para protegê-los do atrito natural. As principais regiões afetadas são as articulações da coluna vertebral, dos joelhos e das mãos. Os sintomas incluem dor ao subir ou descer escada, rigidez e dor na virilha.

Fonte : Minha Vida

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Published in: on 09/10/2012 at 13:01  Comments (1)  
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Agente Comunitário de Saúde

Agente Comunitário de Saúde (ACS) mora na comunidade e está vinculado a USF que atende a comunidade. Ele faz parte do time da Saúde da Família!

Quem é o agente comunitário? É alguém que se destaca na comunidade, pela capacidade de se comunicar com as pessoas, pela liderança natural que exerce. O ACS funciona como elo entre e a comunidade. Está em contato permanente com as famílias, o que facilita o trabalho de vigilância e promoção da saúde, realizado por toda a equipe. É também um elo cultural, que dá mais força ao trabalho educativo, ao unir dois universos culturais distintos: o do saber científico e o do saber popular.

O seu trabalho é feito nos domicílios de sua área de abrangência. As atribuições específicas do ACS são as seguintes:

– Realizar mapeamento de sua área;

– Cadastrar as famílias e atualizar permanentemente esse cadastro;

– Identificar indivíduos e famílias expostos a situações de risco;

– Identificar área de risco;

– Orientar as famílias para utilização adequada dos serviços de saúde, encaminhando-as e até agendando consultas, exames e atendimento odontológico, quando necessário;

– Realizar ações e atividades, no nível de suas competências, nas áreas prioritárias da Atenção Básicas;

– Realizar, por meio da visita domiciliar, acompanhamento mensal de todas as famílias sob sua responsabilidade;

– Estar sempre bem informado, e informar aos demais membros da equipe, sobre a situação das famílias acompanhadas, particularmente aquelas em situações de risco;

– Desenvolver ações de educação e vigilância à saúde, com ênfase  na promoção da saúde e na prevenção de doenças;

– Promover a educação e a mobilização comunitária, visando desenvolver ações coletivas de saneamento e melhoria do meio ambiente, entre outras;

– Traduzir para a ESF a dinâmica social da comunidade, suas necessidades, potencialidades e limites;

– Identificar parceiros e recursos existentes na comunidade que possam ser potencializados pela equipe.

Fonte: Programa Saúde da Família

Published in: on 01/10/2012 at 10:39  Deixe um comentário  
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Aprenda a cuidar do seu Coração

Os problemas cardíacos são separados em quatro grupos: defeitos congênitos, doença coronariana, insuficiência cardíaca e miocardiopatia. Eles ocorrem quando o coração ou os vasos sanguíneos têm sua formação comprometida antes do nascimento, podendo obstruir o fluxo do sangue e causar insuficiência cardíaca. Males como varíola, rubéola e toxoplasmose, contraídos pela mãe durante a gestação, e fatores hereditários constituem seus maiores vilões. Corrige-se boa parte deles com operação, porém alguns somem sozinhos.

Doença coronariana : Nesse caso, os vasos sanguíneos que levam o oxigênio para o coração diminuem até se fecharem por completo. O problema é ocasionado pela aterosclerose (placa de gordura na parede do vaso) ou pelo acúmulo de plaquetas sobre uma dessas placas. Em situações graves, a doença coronariana pode levar à angina (dor no peito) e ao enfarte. É mais comum em homens e encontra no fumo, na obesidade, na diabetes, na hipertensão, nos níveis elevados de colesterol, no sedentarismo e na genética seus elementos desencadeantes. Há várias opções de tratamentos, que vão desde a ingestão de ácido acetilsalicílico até o transplante, passando ainda por cirurgia (angioplastia) e colocação de ponte de safena.

Insuficiência cardíaca : Trata-se da incapacidade do coração de bombear o sangue em quantidade suficiente para “alimentar” o organismo, reduzindo seu fluxo em órgãos como cérebro e rins, nos tecidos e nele próprio. Como resultado, há retenção de água e sal e o volume sanguíneo sobe, provocando inchaços (edemas). Se a insuficiência atingir o ventrículo esquerdo do coração, o liquido se acumula nos pulmões e dificulta a respiração. Caso afete o direito, o acúmulo ocorre nos membros inferiores, tornozelos e fígado.

Hipertensão arterial, angina, enfarte, doença cardíaca valvular e doença do músculo cardíaco (miocardiopatia) agem como estopins do distúrbio. Os especialistas costumam prescrever dietas pobres em sal e restrição de líquidos, diuréticos e vasodilatadores, mas na maioria das vezes não há tratamento.

Miocardiopatia : Aqui, o músculo está danificado ou defeituoso. Divide-se em três tipos: dilatada, hipertrófica e restritiva.

Dilatada: pode ter origem genética, adquirida (alto consumo de álcool), em infecções ou uso de certos medicamentos. A parede do ventrículo esquerdo se dilata e o bombeamento do sangue cai, deixando os tecidos quase sem oxigênio. Assim, há chances de formação de coágulos dentro do coração, facilitando a incidência de embolia pulmonar ou cardíaca, enfarte e obstrução vascular (trombose). Para tratá-la, os médicos apostam em remédios e na mudança do cardápio.

Hipertrófica: com as paredes do coração mais rígidas e espessas, o fluxo sanguíneo do ventrículo esquerdo é prejudicado, e faz-se necessária uma pressão alta para enchê-lo entre as contrações. Pode ter origem hereditária ou adquirida (hipertensão e estreitamento da aorta) e o tratamento baseia-se em drogas para manter a frequência cardíaca e relaxar a musculatura local.

Restritiva: o músculo do coração endurece, ele perde a capacidade de se expandir e a pressão diastólica aumenta. Vem de enfermidades como amiloidose (acúmulo de proteína ao redor dos vasos sanguíneos), sarcoidose (inflamações no corpo) e doença de Gaucher (defeito no metabolismo de lipídios capaz de levar ao aumento de alguns órgãos). As terapias existentes combatem a raiz do problema, mas dificilmente o dano causado é revertido.

Fatores de risco : Vários são os tipos de doenças cardíacas. As que mais assustam hoje, porém, são as coronarianas. Contribuem para seu desenvolvimento uma série de fatores, todos considerados de alto risco. Confira se você se encaixa em algum deles:
– Maus hábitos alimentares
– Sedentarismo
– Tabagismo
– Estresse
– Obesidade
– Colesterol, triglicérides e pressão altos
– Aterosclerose
– Diabetes
– Infecções na gengiva
– Automedicação
– Ter mais de 65 anos
– Ser homem
– Possuir casos de doença cardíaca na família
– Mulheres diabéticas e/ou hipertensas que fumam e tomam anticoncepcionais orais

Previna-se: A prevenção de problemas cardíacos começa na gravidez. A mãe deve levar uma vida saudável, comer direito e fazer o pré-natal regularmente. Na infância, as vacinas têm papel fundamental, pois doenças como caxumba, sarampo e rubéola podem inflamar o músculo cardíaco. Na adolescência, o cuidado volta-se para o consumo de drogas e álcool, e na idade adulta e velhice, para o controle da pressão arterial, do colesterol, da tendência a engordar e do estresse.

Alimentação: um cardápio equilibrado contém frutas, verduras, legumes, carnes magras, arroz e pão integrais, leite, iogurte e queijos desnatados, óleo e margarina vegetais.

Exercícios: caminhar 30 minutos por dia reduz em 40% os riscos de ataque cardíaco em homens e mulheres.

Sono: durma pelo menos oito horas por noite.

Sinais de alerta : Fique atento a estes sintomas. Eles podem preceder um enfarte ou indicar uma insuficiência cardíaca.

Enfarte: dor violenta e persistente no peito, que pode se irradiar para os braços; falta de ar; sensação de aperto no tórax e de morte iminente; suores e palidez; tosse, estertores e sibilos (ruídos ao respirar); náusea e vômitos

Insuficiência cardíaca :  dificuldade para respirar; quadro asmático e cansaço; tosse seca em posição deitada;  inchaço dos membros inferiores; falta de apetite; taquicardia em repouso.

Fonte: Gambare!

Published in: on 24/09/2012 at 23:21  Deixe um comentário  
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Síndrome da Mão Alheia

É uma desordem provocada por um trauma cerebral, este estranho mal faz com que a vítima perca o controle de uma de suas mãos, a qual cria vida própria e pode chegar a fazer qualquer coisa, desde gesticular a desabotoar os botões que a outra mão tenta abotoar. Esta doença é também conhecida como “síndrome da mão anárquica”, por sua tendência a fazer sempre o contrário o que a outra mão faz, ou também chamada “Síndrome do Dr. Strangelove”, devido ao personagem de Peter Sellers no filme homônimo. Ali a mão mecânica do protagonista alternava entre tentativas de estrangular-se ao mesmo tempo fazer saudações nazistas.

O paciente da síndrome pode sentir a mão, mas pode achar que não é parte de seu corpo e que não possui controle sobre seus movimentos (inclusive não é consciente do que sua mão realiza até que chama sua atenção). A única solução é mantê-la ocupada, por exemplo, sustentando algo, mas melhor que não seja o pescoço. Ainda que possa parecer cômico a princípio, esta desordem é perigosa em muitos casos. São conhecidos depoimentos de pessoas que foram quase estranguladas por suas próprias mãos, ou receberam cortes de faca enquanto preparavam o jantar.

Karen Byrne, uma americana de 55 anos, passou 18 de sua vida sem conseguir controlar sua mão esquerda. O problema começou após uma cirurgia para curar outra doença, a epilepsia. Durante a cirurgia cerebral seu médico cortou por acidente o corpo caloso do cérebro, um feixe de fibras nervosas que mantém os dois hemisférios cerebrais em contato. Após a operação, os médicos perceberam que uma de suas mãos estava desabotoando a blusa que ela vestia. Ao ser notificada do problema, ela notou que não percebia a ação de seus membros superiores. A sua mão estava fora de controle. Um dos principais sintomas da doença era que Karen se estapeava. Ela disse que seu rosto chegava a ficar inchado de tantos tapas. Apenas um medicamento fez com que ela conseguisse restabelecer o controle da mão esquerda e voltasse a ter uma vida normal.

Fonte: Metamorfose Digital / O Dia Online Ciência e Saúde

Published in: on 05/07/2011 at 16:03  Comments (1)  
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Sedentarismo Acelera o Envelhecimento

Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos aponta que levar uma vida sedentária pode acelerar o processo do envelhecimento. A equipe de especialistas do King’s College, em Londres, pesquisou 2.401 gêmeos e observou que os que eram fisicamente ativos durante seu tempo de lazer eram também “biologicamente mais jovens” do que os que não se exercitavam.

O estudo, publicado na revista especializada Archives of Internal Medicine, aplicou um questionário sobre o estilo de vida dos participantes e retirou amostras de sangue para fazer uma análise do DNA de cada um.

Os pesquisadores identificaram que os telômeros – sequências de proteína encontradas nas extremidades do DNA – tinham menor tamanho entre os gêmeos sedentários.

Os cientistas esclarecem que os telômeros oferecem proteção às células, mas conforme as pessoas vão envelhecendo, eles vão naturalmente diminuindo de tamanho, deixando-as mais vulneráveis a danos e à morte.

Ao examinar células sanguíneas do sistema imunológico, os pesquisadores observaram que os telômeros perdem, em média, 21 de seus componentes – os nucleotídeos – por ano.

E concluíram que os telômeros dos mais sedentários tinham 200 nucleotídeos a menos, o que significa uma redução do seu comprimento.

Os mais ativos tinham telômeros de tamanho equivalente ao dos sedentários até dez anos mais jovens, apontou o estudo.

“Os resultados sugerem que adultos que se envolvem em atividades físicas regularmente são biologicamente mais jovens do que os sedentários”, afirmam os especialistas.

Os pesquisadores ainda sugerem que pessoas sedentárias podem estar mais vulneráveis a danos celulares por diversos fatores, entre eles o estresse, que teria um impacto direto no tamanho dos telômeros.

E os exercícios físicos, afirmam, poderiam ser uma boa arma no combate aos níveis de estresse.

Fonte : BBC

Síndrome de Burnout

A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das consequências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional).

Trabalhadores das áreas de Medicina, Tecnologia da Informação, Engenharia, Vendas e Marketing, Educação, Finanças, Recursos Humanos, Operações, Produção e Religião, são freqentemente propensos ao Burnout. Aqueles que têm, com frequência, interações intensas ou emocionalmente carregadas com outros estão mais suscetíveis.

Os médicos parecem ter a proporção mais elevada de casos de Burnout; de acordo com um estudo recente no Psychological Reports, nada menos que 40% dos médicos apresentavam altos níveis de Burnout.

O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritadiço.

Esta síndrome foi observada, originalmente, em profissões predominantemente relacionadas a um contato interpessoal mais exigente, tais como médicos, psicólogos, carcereiros, assistentes sociais, comerciários, professores, atendentes públicos, enfermeiros, funcionários de departamento pessoal, telemarketing e bombeiros. Hoje, entretanto, as observações já se estendem a todos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem a técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas a avaliações.

Definida como uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e estressante com o trabalho, essa doença faz com que a pessoa perca a maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer inútil.

Entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.

Sintomas emocionais: avaliação negativa do desempenho profissional, esgotamento, fracasso, impotência, baixa auto-estima.

Manifestações físicas ou transtornos psicossomáticos: fadiga crônica, dores de cabeça, insônia, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquicardia, arritmias, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, lapsos de memória.

Alterações comportamentais: maior consumo de café, álcool e remédios, faltas no trabalho, baixo rendimento pessoal, cinismo, impaciência, sentimento de onipotência e também de impotência, incapacidade de concentração, depressão, baixa tolerância à frustração, ímpeto de abandonar o trabalho, comportamento paranóico (tentativa de suicídio) e/ou agressividade.

Depois de constatado, o tratamento da síndrome de Burnout é realizado através do psicoterapeuta. Em alguns casos não é necessária a utilização de medicamentos como os antidepressivos que atuam como moderadores de ansiedade e da tensão, sendo que estes são sempre prescritos com avaliação médica.

Fonte : Wikipédia

Published in: on 24/05/2011 at 15:16  Deixe um comentário  
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Síndrome de Cushing

Quando no sangue são encontrados elevados níveis de cortisol é porque aconteceu uma desordem no sistema endócrino, que é a chamada Síndrome de Cushing. No cérebro, a glândula pituitária libera ACTH e em resposta a esta liberação a glândula adrenal libera o cortisol sendo que altos níveis de cortisol são muito presentes em pessoas com dependência de drogas, logo podemos imaginar acertadamente que o uso destas também estimula a liberação de cortisol.

Na verdade, a doença e a síndrome de Cushing são muito semelhantes, uma vez que as manifestações de uma e outra são as mesmas. As duas tem como causa os elevados níveis de cortisol presente no sangue, apenas o que causa essa elevação do cortisol é que é diferente da doença para a síndrome. Na doença de Cushing, o cortisol é lançado no sangue devido a um  tumor na glândula pituitária, que devido a isso passa a lançar quantidades muito grandes de ACTH e provoca o liberação de cortisol na adrenal. A síndrome de Cushing não acomete somente nos humanos, ela também acomete cães domésticos.

Entre os sintomas principais temos: peso aumentado e este tem características diferentes de uma obesidade comum, pois se deposita de maneira especial no pescoço e tronco acima da clavícula e atrás do pescoço. O rosto também é outra parte onde a gordura se faz notar, pois este fica redondo com as maçãs do rosto cheias e avermelhadas, no que se conhece como face de lua-cheia. Em contrapartida, braços e pernas afinam e a musculatura diminui causando uma fraqueza muscular com dor manifestada especialmente ao subir escadas ou simplesmente caminhar. As atividades físicas se tornam muito cansativas e como se não bastassem estes transtornos, ainda começam a surgir hematomas na pele como se fossem batidas pois a pele fica fina e muito frágil. Fraqueza, cansaço, insônia, nervosismo, problemas mentais são mais alguns dos sintomas da síndrome de Cushing. Como consequência ainda pode se desenvolver diabete, dor de cabeça, hipertensão arterial, visão nublada, aparecimento de pêlos pelo corpo, mudança da voz , queda de cabelos.

No caso da doença de Cushing, o tratamento convencional é a radioterapia feita com o cobalto-60 e as doses variam entre 4.000 e 5.000 rads ao mês, que podem ser doses isoladas ou então associadas a hipofisectomia sendo que os resultados com este tipo de tratamento apresentam curas de 20% dos pacientes. Quanto ao tratamento para a síndrome de Cushing, este vai depender das causas e a cardiopatia e pressão arterial devem ser tratadas de maneira clássica até que se consiga controlar as causas que provocaram a síndrome.

Fonte: Cultura Mix

Published in: on 09/05/2011 at 22:59  Comments (2)  
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Alongamento

Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.

O alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões. Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.

Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade. Mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.

Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente. Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios: reduzem as tensões musculares; relaxam o corpo; proporcionam maior consciência corporal; deixam os movimentos mais soltos e leves; previnem lesões; preparam o corpo para atividades físicas; ativam a circulação.

No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.

A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.

Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.

Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.

Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade. Nos dois casos, a consequência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais frequente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.

Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.

É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.

Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.

O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. O ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.

Fonte: UNESP / Alongamentos

Published in: on 25/03/2011 at 00:09  Deixe um comentário  
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Síndrome do Cansaço Profundo

O dia parece passar tão devagar quanto um filme em câmera lenta. Os músculos doem, como se tivessem sido submetidos a uma série forte de musculação, mesmo estando longe de uma academia há meses. Ao cansaço extremo, juntam-se problemas digestivos – como gases ou cólicas – e dificuldade para dormir, apesar do sono. Esses são alguns dos sintomas da síndrome da fadiga crônica (SFC) – reconhecida pela Organização Mundial de Saúde como uma condição debilitante e estressante –, que cada vez acomete mais pessoas em todo o mundo.

Em geral, o critério para o diagnóstico de SFC observa principalmente a alteração de memória e concentração, dores musculares e nas articulações, irritabilidade, resfriados constantes, cansaço persistente, sonolência diurna, problemas intestinais, gânglios no pescoço e excesso de gases, verificados durante mais de seis meses.

As causas, no entanto, ainda não foram identificadas com precisão. Sabe-se que existe ligação com estresse, má alimentação, pouca qualidade de sono e uso de estimulantes, como café, cigarro e guaraná em pó. No caso das mulheres, os sintomas ficam ainda mais intensos durante o período pré-menstrual.

Mesmo com os sintomas já identificados, a demora do diagnóstico pode acontecer porque a SFC é uma síndrome, ou seja, um conjunto de sintomas e sinais que podem ser produzidos por mais de uma causa. Para se chegar à conclusão acertada, deve-se fazer um diagnóstico de exclusão. Uma vez que a fadiga pode ser a manifestação de outras doenças – como anemia e insuficiência cardíaca – todas essas demais enfermidades têm de ser analisadas e descartadas antes. Ainda assim, para alguns especialistas, a fadiga crônica é, invariavelmente, a consequência de alguma outra doença.

Depressão, câncer, hipo e hipertireoidismo, insuficiência renal, diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca e até medicamentos específicos podem ser o estopim da fadiga crônica.

Ao longo dos anos, ela já foi batizada com vários nomes diferentes. Em 1750, foi chamada de febrícula. Mais tarde, de neurastemia endêmica, doença real, encefalomielite miálgica e, na década de 70, ficou conhecida como a doença dos yuppies.

Assim como a síndrome da fadiga crônica, a fibromialgia – síndrome de amplificação da dor – ainda é pouco conhecida. Os sintomas de ambas são tão parecidos que seus diagnósticos muitas vezes chegam a ser confundidos. As diferenças entre essas síndromes ainda não são bastante claras.

Diferente da fadiga crônica, as características da fibromialgia já têm um padrão específico, descrito em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia. A principal delas é a dor em diversos pontos do corpo. Mas não uma dor comum. É mais forte e persistente que o normal e atinge mais de 11 dos 18 pontos de dor que temos no corpo. Tanto que mesmo pequenos estímulos provocam uma dor-reflexo desproporcional. Às dores, associam-se fadiga, baixo condicionamento físico – que resulta em cansaço excessivo, mesmo após esforços físicos leves – e qualidade de sono prejudicada. Esse conjunto de situações específicas contribui para a uniformidade de diagnósticos em todo o mundo. O tratamento para essa síndrome varia conforme a gravidade do caso e envolve medicação.

Fonte: Jornal do Brasil

Published in: on 05/03/2011 at 22:57  Deixe um comentário  
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Piercing no lábio pode causar perda de dentes

Especialistas da Universidade de Ohio alertam para o fato de que quanto mais tempo um piercing permanecer no lábio, maior será a retração da gengiva com instabilidade dos dentes afetados. Um alerta semelhante havia sido feito por dentistas ingleses em 2003. Para recolher os dados, os especialistas acompanharam mais de 50 usuários de piercing de lábios. O piercing quando colocado nos lábios fica roçando a região próxima aos dentes, causando a retração da gengiva.

A retração gengival, depois de instalada, tem pouca chance de recuperação passando a funcionar como porta de entrada para as bactérias que causarão a doença periodontal. Após a contaminação pelas bactérias acontece a formação de uma bolsa de material infectado que compromete o dente.

A doença periodontal, nome técnico da inflamação crônica das gengivas, está associada a uma série de doenças, podendo causar a perda dos dentes. Além da inflamação crônica, a retração gengival traz o aumento da sensibilidade dolorosa dos dentes aos estímulos de calor e frio.

Uma opção para as pessoas que querem estar na moda e usar piercing nos lábios pode ser a utilização de falsos piercings que não tem a parte posterior que fica em contato com os dentes diminuindo assim o atrito com a gengiva.

A higiene rigorosa das gengivas e dentes após a retirada do falso piercing também diminui os riscos do processo inflamatório infeccioso.

Fonte: G1 / Ciência e Saúde

Published in: on 02/03/2011 at 16:21  Deixe um comentário  
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