Lesmas-do-mar

As lesmas-do-mar, ou nudibrânquios, são pequenos moluscos, da ordem dos opistobrânquios, parecidas às lesmas terrestres na sua forma, mas com grande quantidade de cores, especialmente as que vivem nos corais e outras zonas de águas cálidas (havendo, no entanto, lesmas do mar em todos os ambientes marinhos).

Conhecem-se mais de 2.500 espécies, sendo a maior a lebre do mar, que chega a medir um metro e pesar 60 quilos, mas habitualmente as lesmas-do-mar não ultrapassam os 10 cm.

O seu nome, nudibrânquios, faz referência às suas brânquias ou guelras desprotegidas, nuas. A maior parte apresenta as plumas das brânquias por fora do seu corpo.

Algumas espécies segregam ácidos, outras toxinas, e algumas inclusive se defendem com as armas do inimigo: ingerem anêmonas, neutralizam no estômago as células urticantes (nematocistos) maduras das mesmas, mas transferem as imaturas para sacos especiais que têm nas pontas das suas protuberâncias (ceratos), conseguindo que funcionem tal como o fariam na anêmona original.

Fonte: Ciências às Cores

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Published in: on 07/02/2013 at 23:39  Deixe um comentário  
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Sabiá-laranjeira ( Ave Nacional do Brasil)

O sabiá-laranjeira mede cerca de 25 centímetros, tem plumagem parda, com exceção da região do ventre, destacada pela cor vermelho-ferrugem, levemente alaranjada, e bico amarelo-escuro. O sabiá, que pode viver entre 25 e 30 anos, migra para regiões mais quentes no inverno, voltando para o ponto de partida sempre que o calor o convida. Imortalizado na “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias, o sabiá-laranjeira juntou-se oficialmente aos outros quatro símbolos nacionais – a bandeira, o hino, o brasão de armas e o selo – tendo a mesma importância deles na representação do Brasil, em 3 de outubro de 2002, por decreto do presidente Fernando Henrique Cardoso.

Fonte: Aves Brasileiras / Wikipédia

Published in: on 03/10/2012 at 00:15  Deixe um comentário  
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Cuidados com os animais domésticos

Os animais sempre foram utilizados na vida do homem, seja como forma de alimentação, para trabalhos pesados, para carregar cargas ou como meio de transporte ou companhia. Com esse convívio, algumas espécies que antes viviam soltas, livres pela natureza, passaram a ser domesticadas.  O cachorro é considerado o maior amigo do homem, pois é fiel, defende seu dono e fica alegre com sua presença.

Para mantermos contato com animais domésticos, como ter um cachorrinho dentro de casa, são necessários alguns cuidados, para garantir a saúde dos animais e das pessoas da nossa casa:

– Levar ao veterinário  para fazer as vacinações necessárias é uma importante atitude, pois existem doenças sérias que podem ser transmitidas pelos cães. Assim como as pessoas precisam se prevenir das doenças, os animais também precisam de cuidados para não contraí-las.

– Fazer a tosa dos pelos em excesso também é um importante cuidado para que o animal fique livre do calor excessivo e de parasitas; e com uma boa aparência. Além disso, suas unhas devem ser cortadas, pelo veterinário, se estiverem muito grandes, pois podem machucar o próprio animal, quando ele se coça.

– Dar banho uma vez por semana e escovar os dentes do bichinho, com pasta de dentes especial, é uma forma de cuidar de sua higiene, assim como cuidamos da limpeza do nosso corpo. O animal também gosta de ser bem tratado, de ficar limpo e cheiroso.

É comum o aparecimento de pulgas e carrapatos nos animais e, por isso, são necessários cuidados especiais para que se livrem desses parasitas. Normalmente os sabonetes e xampus próprios para animais domésticos contêm substâncias tóxicas que matam esses bichinhos, mas muitas vezes eles precisam ser catados do corpo do animal, pelo próprio dono. Por chuparem o sangue dos animais de estimação, esses seres vivos podem causar muitas doenças.

Os animais que vivem em nossas casas se acostumam com a nossa presença e sempre que chegamos ficam alegres. Eles demonstram isso quando balançam o rabinho, olhando para nós. Por isso, é importante que os bichinhos recebam atenção e carinho, e sempre tenham alguém disponível para brincar um pouquinho com eles. Alguns brinquedos também ajudarão a deixá-los felizes quando sozinhos.

A alimentação dos animais deve ser adequada para sua espécie. Hoje em dia podemos encontrar rações que eliminam o mau cheiro das fezes, rações mais nutritivas, etc. Além disso, animais devem beber água fresca, se possível filtrada.

É importante que os vasilhames de água e comida estejam sempre limpos e que as sobras sejam descartadas, evitando o aparecimento de outros bichos ou de bactérias e fungos. É errado dar comida de gente para os animais, pois essa pode prejudicar a saúde deles, além de deixar o pelo e os dentes feios.

Ao encontrarmos animais abandonados e sofrendo maus tratos, pelas ruas das cidades, devemos ligar para os órgãos de proteção aos animais, que poderão recolhê-los e realizar os cuidados necessários, dando abrigo e alimentação. É muito triste saber que há pessoas têm coragem de abandonar seu animal de estimação!

Quanto aos animais selvagens, a melhor forma de cuidar deles é respeitando-os. Por isso, nada de pegar, tocar, cutucar, ou jogar objetos nesses seres vivos.

Fonte: Escola Kids

Published in: on 05/09/2012 at 15:34  Deixe um comentário  
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Aves Nacionais de Alguns Países

Na mitologia grega as aves tiveram importância extraordinária e os povos antigos tinham aves que eram literalmente adoradas. As aves típicas de cada região do mundo se identificam com as populações, com seus costumes e suas crenças. Elas acabam fazendo parte da cultura e das crenças de muitos países.

Cada nação, entre seus símbolos nacionais – como o Hino e a Bandeira – têm também uma ave típica para representá-la. Uma espécie de ave, que pela beleza e pela característica da região, se entranha no espírito de sua gente.

Assim, por exemplo, a Andorinha (Hirundo rústica) é a ave nacional da Áustria, pois essa andorinha é a expressão da liberdade de seus poetas e músicos.

A Cotovia (Alauda arvensis) que canta lindamente em pleno mergulho, é a ave nacional da Dinamarca.

O Uruguai tem no Federal (Amblyramphus holosericeus) sua ave nacional, pois é uma ave que a cabeça vermelha como um soldado em alerta na guarda de suas terras.

A ave nacional da Argentina é o nosso João-de-Barro, lá conhecido como Hornero (Furnarius rufus), pois sabe se proteger do vento minuano e de inverno rigoroso construindo seu ninho de barro.

A ave nacional da Alemanha é a Cegonha (Ciconia ciconia). E da Grã-Bretanha é o Robyn (Erithacus rubecula) que inspirou com seu canto Shakespeare em Romeu e Julieta.

Assim, cada país tem, desde há muito, sua ave nacional, fato que o Brasil só conseguiu em outubro de 2002, elegendo o Sabiá.

Fonte: Ambiente Global Comunicação Ambiental / Eco Viagem

Published in: on 03/10/2011 at 23:46  Deixe um comentário  
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