25 de Novembro – Dia Nacional da Baiana de Acarajé

Dia instituído pelo Projeto de Lei número 2821/2003.

As primeiras baianas de acarajé foram as africanas, escravas alforriadas, ainda na época do Brasil Colônia. Elas vendiam de porta em porta suas iguarias, como bijus, acarajé, cuscuz, bolinhos e outras delícias da culinária afro-baiana. Saíam vestidas com suas batas brancas, saias, colares, brincos e colocavam seus cestos equilibrados na cabeça.

O acarajé, na sua origem, só poderia ser vendido pelas filhas de Santo de Iansã (Santa Bárbara, no sincretismo entre o catolicismo e o candomblé). A massa do bolinho de feijão fradinho, cebola e sal, frita no azeite de dendê – era feito dentro do próprio terreiro de onde a baiana saía com todas as suas obrigações a serem cumpridas a seu Orixá.

Hoje, a venda do acarajé virou meio de vida para milhares de pessoas e principalmente a população afro-descendente de Salvador, sem necessariamente serem ligadas ao candomblé. Deixaram de trabalhar de porta em porta como seus antepassados e atendem seus clientes em pontos fixos.

Em Salvador já se comemorava o “Dia da Baiana” no dia 25 de novembro e o acarajé, comida típica da culinária local, é considerado Patrimônio Cultural da cidade.

Fonte : CCJC / Portal Rio Vermelho

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18 de Novembro – Dia Nacional do Notário e Registrador

18 de novembro foi instituído pela Lei n. 11.630, de 26 de dezembro de 2007, o Dia Nacional do Notário e Registrador, data que inspira a cada ano um momento de reflexão sobre os avanços da atividade para a sociedade brasileira. Isso porque, os serviços prestados pelos cartórios contribuem para o exercício da cidadania, acompanhando o cidadão ao longo de toda vida, desde o nascimento até o óbito. A trajetória inicia quando os pais buscam um cartório para fazer o registro de nascimento de seus filhos. Anos depois, com o ingresso na faculdade, é preciso autenticar documentos para a matrícula. Se o menor de idade vai morar e estudar em outra cidade, talvez seja necessária a emancipação. Depois vêm contratos de aluguel, a compra do primeiro carro, o casamento, a casa própria, entre outras diversas conquistas ao longo da vida que passam pelos cartórios para ter validade e segurança jurídica.

Documento estabelecido constitucionalmente, o Registro Civil brasileiro garante ao cidadão acesso as condições básicas de cidadania ofertadas pelo Estado como saúde e educação, além de ser pré-requisito para obtenção de documentos fundamentais como Registro Geral (RG) e Cadastro de Pessoa Física (CPF). Em 10 anos, o número de crianças não registradas em cartórios no ano do nascimento caiu de 18,8% em 2003 para 5,1% em 2013 de acordo com relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o país se aproxima da erradicação do subregistro, sendo que o percentual considerado pelos organismos internacionais como erradicado é de 5%.

Essa conquista reflete algumas iniciativas como a gratuidade da primeira via dos registros de nascimentos, a realização de campanhas nacionais, a instalação de postos dos cartórios nas maternidades e a criação do compromisso nacional pela erradicação do subregistro de nascimentos e ampliação do acesso à documentação civil básica.

Fonte: ANOREG/BR

 

05 de Novembro – Dia Nacional do Radioamador

Até o ano de 1968 o Dia do Radioamador era festejado em 22 de outubro, porque nesta data, em 1934, foi realizada a sessão da assembleia geral dos radioamadores paulistas e cariocas, fundindo as duas entidades que existiam, transformando-as na LABRE – Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão.

A fixação de 05 de novembro como o Dia Nacional do Radioamador foi em razão de que, nesta data, no ano de 1924, o Diário Oficial da União publicou, sob o número 16.657, o Decreto que regulamentava as estações de radioamadores existentes no Brasil. O referido Decreto foi baixado tendo em vista a representação feita no ano de 1923, pela Academia Brasileira de Ciências, reconhecendo a existência do radioamadorismo no Brasil.

Passados mais de 100 anos desde a primeira transmissão, feita por volta de 1893 pelo Padre Roberto Landell de Moura, o radioamador, mesmo com toda sua atuação em várias frentes, ainda continua sendo um serviço desconhecido da população em geral.

Os radioamadores foram os pioneiros nas telecomunicações. Eles ajustavam e experimentavam, tentavam isso e aquilo, sempre com o propósito de aumentar o alcance da comunicação ou a eficiência do equipamento. Os radioamadores foram os primeiros a demonstrar a grande utilidade das ondas curtas. Foram, também, os primeiros no uso do espectro das ondas de VHF e UHF. Foram os primeiros a projetar praticamente os equipamentos de transmissão e recepção, empregando válvulas a vácuo e contribuíram bastante para a pesquisa da radiopropagação. Foram os primeiros a abolir completamente as transmissões empregando faísca e também a utilizar a telegrafia.

O radioamadorismo tem sido uma verdadeira câmara de compensação de ideias, e um campo de provas para quase todos os grandes projetos técnicos e operacionais no campo de radiocomunicação.

O radioamadorismo, desde o princípio, ganhou destacada reputação por facilitar as comunicações durante as emergências, ou quando os outros meios falham ou estão sobrecarregados. Os anais da história do radioamadorismo contém um impressionante relatório das várias emergências, catástrofes, epidemias e tantos outros fatos, nos quais os radioamadores, com habilidade e devoção, e até mesmo com o sacrifício pessoal, serviram as suas comunidades e trouxeram recursos rápidos àqueles que necessitavam. Grandes dificuldades foram atenuadas e milhares de vidas e propriedades valiosas foram salvas por seu esforço. Os radioamadores consideram essa assistência em dever e estão sempre prontos para servir a humanidade.

“Salve o Brasil, salve a Labre, salvem os radioamadores brasileiros” – assim se expressavam os antigos radioamadores ao término de suas transmissões.

Fonte: QTCBrasil

05 de Novembro – Dia Nacional do Escrivão de Polícia

O dia 05 de novembro foi escolhido como o Dia Nacional do Escrivão de Polícia, em referência ao jurista, diplomata e escritor Ruy Barbosa, nascido nesta data no ano de 1849.

O profissional é responsável pela formalização do Inquérito Policial, ou pela documentação do mesmo. Tudo o que acontece no Inquérito deve ser “colocado no papel” pelo Escrivão. O profissional pode ser graduado em ensino superior em qualquer área e seu trabalho é de suma importância no andamento dos processos e depoimentos na delegacia.

Sua função é documentar e acompanhar o desenvolvimento de processos policiais. Ele materializa os atos de Polícia Judiciária definidos na esfera de sua competência funcional pelo Código de Processo Penal e por outras normas que regem essa atividade, inclusive técnicas e éticas.

O escrivão pode atuar nas polícias Federal, Civil ou Militar.

Suas atribuições são assessorar, executar e controlar os trabalhos relacionados à formalização dos atos de Polícia Judiciária por determinação e orientação da Autoridade Policial a que estiver subordinado nos inquéritos policiais, sindicâncias e processos administrativos disciplinares; expedir certidões de ofício e mediante requerimento deferido pela Autoridade Policial.

Executar tarefas administrativas pertinentes às atividades cartorárias; responder pela guarda de bens, valores e instrumentos de crime entregues à sua custódia em razão de sua função, dando-lhes a destinação legal; proceder e manter registro atualizado das estatísticas inerentes aos trabalhos policiais do seu cargo; receber e recolher à repartição competente as importâncias ou valores relativos à fiança; zelar pelo cumprimento dos prazos legais; proceder a outros atos de natureza tipicamente cartorária; manter o sigilo necessário à elucidação dos fatos e às investigações, dentre outras determinadas pelas autoridades competentes.

Trata-se de um trabalho burocrático, de organização. O profissional deve possuir capacidade de identificar e lidar com problemas simultaneamente, discriminando partes de um todo, englobando-as em uma percepção geral. É preciso ser atento, possuir boa memória e raciocínio lógico. Além da capacidade para estabelecer relacionamentos interpessoais de forma cortês, criando um clima de confiança, cordialidade e respeito mútuo.

Fonte: Nova Concursos / Saga Policial

Published in: on 05/11/2017 at 00:40  Deixe um comentário  
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27 de Novembro – Dia Nacional de Combate ao Câncer

O Dia Nacional de Combate ao Câncer foi criado através da portaria do Ministério da Saúde GM número 707, de 7 de dezembro de 1988, com a finalidade de evocar o importante significado histórico das entidades de combate ao câncer, de consagração aos inumeráveis e valiosos serviços prestados ao país e proporcionar importante mobilização popular quanto aos aspectos educativos e sociais na luta contra o câncer. Ele é comemorado todos os anos, no dia 27 de novembro, com um tema diferente.

Câncer é grave e pode ser fatal, mas com o diagnóstico precoce e os modernos tratamentos disponíveis, a taxa de cura dobrou nos últimos anos.

As células do organismo humano nascem com um “programa” estabelecido: viver por determinado tempo, dividir-se dando origem a outras células e morrer. O câncer ocorre quando os mecanismos internos de uma célula sofrem alteração e seu “programa” original é interrompido. A célula transformada não só não morre como passa a dividir-se aceleradamente e forma um tumor, que pode ser benigno ou maligno. Benigno é o tumor que cresce devagar e não se espalha para outros tecidos e órgãos, ou seja, não dá metástase. Já maligno é o que cresce rapidamente e pode se espalhar para outros tecidos e órgãoem várias regiões do corpo.

A doença pode desenvolver-se em homens e mulheres, com ou sem predisposição genética. Favorecem seu surgimento: alcoolismo, tabagismo, alimentação rica em gorduras animais e pobre em frutas, verduras e vegetais, sedentarismo, obesidade, falta de higiene, exposição excessiva ao sol, vírus e outros agentes infecciosos, aditivos alimentares como corantes e conservantes, exposição a agentes químicos, radiações e estresse. Os cânceres mais comuns no homem são: pulmão, próstata estômago, colo e reto. Na mulher: mama, pulmão, colo de útero, endométrio e ovário.

No passado recente, o câncer era mais comum a partir da sexta ou da sétima décadas de vida. Mas a doença tem aparecido cada vez mais em pessoas jovens, na quarta e na quinta décadas, sendo uma das causas a maior ação dos fatores ambientais. O câncer na fase inicial muitas vezes não dá sintomas nem sinais. Em geral eles surgem nas fases mais avançadas. Algumas indicações são: mudança repentina no hábito intestinal ou urinário; feridas que não cicatrizam; sangramentos não usuais; inchaço ou nódulos na mama ou em outros órgãos; indigestão ou dificuldade para engolir; mudanças de cor e/ou de forma em verrugas e pintas; tosse ou rouquidão por mais de duas semanas. Constituem indicações importantes ainda perda de peso, fraqueza, febre e dor.

Fonte: Inca / Portal Caras

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Published in: on 03/11/2016 at 01:26  Deixe um comentário  
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23 de Novembro – Dia Nacional do Engenheiro Eletricista

A Presidência da República sancionou, no dia 29 de outubro de 2009, lei que institui o Dia Nacional do Engenheiro Eletricista. Agora, a data será celebrada todo dia 23 de novembro de cada ano, segundo o texto da Lei número 12.074 assinado pelo presidente em exercício, José Alencar. A data foi escolhida em homenagem a inauguração do IEMI, a primeira escola de engenharia do Brasil.

No final do século XIX e início do século XX, o Brasil passava por sua gênese no uso de energia elétrica e de suas utilidades. Até as primeiras décadas do século XX se instalou no país um grande número de pequenas usinas geradoras de energia elétrica destinada à iluminação pública e particular, alimentação dos bondes usados no transporte público e ao uso industrial, principalmente do setor têxtil. Tudo isso dependia de técnicos estrangeiros para ser implementado, e o Brasil não podia permanecer nessa situação ainda mais em se tratando de um setor de suma importância para o desenvolvimento do país. Foi nesse período que surgiu Theodomiro Carneiro Santiago, uma grande personalidade na história da engenharia brasileira.

Theodomiro formou-se em direito em 1906 pela Faculdade de Direito de São Paulo, e não tardou em mostrar seu espírito empreendedor e visionário. Como diretor da escola secundaria de Itajubá, percebeu a necessidade de uma escola de engenharia que além da teoria fornecesse formação experimental, algo que faltava aos engenheiros da época. Resolveu, então, criar o Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá (IEMI). Para alcançar seu sonho, o Dr. Theodomiro viajou para a Europa em 1912, visitando os principais centros de Engenharia Elétrica, particularmente na Bélgica, França, Alemanha, Inglaterra, Itália e Suiça. Ao fim da viagem voltou para o Brasil, tendo antes contratado professores belgas, franceses e suíços, além de comprado os equipamentos necessários para a montagem dos laboratórios do IEMI. Após muitas dificuldades, agravadas por se tratar de uma cidade do interior, o IEMI finalmente foi inaugurado em 23 de novembro de 1913.

O Engenheiro eletricista é o profissional dedicado ao desenvolvimento e à aplicação de um conjunto de conhecimentos científicos necessários à pesquisa, ao projeto e à implementação de sistemas diversos utilizados para efetuar o processamento da energia elétrica e da informação na forma de sinais elétricos digitais e analógicos. Nesta prática, são considerados os aspectos de qualidade, confiabilidade, custo e segurança, bem como os de natureza ecológica e ética profissional.

O campo de trabalho é vasto e inclui empresas de energia elétrica e telecomunicações, escritórios de projetos e consultoria, firmas de montagem e manutenção de instalações elétricas e de telecomunicações, indústrias diversas e empresas comerciais de pequeno e grande porte, manutenção de equipamentos e componentes eletro-eletrônicos, hospitais, empresas de radiodifusão, informática etc.

No Brasil é considerado Engenheiro Eletricista quem for formado em engenharia elétrica, porém para poder exercer a profissão é necessário registro no sistema do CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) do estado onde atua. No artigo 55 da Lei número 5.194 de 1966, é definido como infração o engenheiro que exerça atividade profissional sem registro no CREA do estado em que atua, com penalidade prevista na alínea “b” do artigo 73 da mesma Lei.

Fonte: CREA-MT / Familia Chimite / Wikipédia

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21 de Novembro – Dia Nacional da Homeopatia

No dia 21 de novembro comemora-se o Dia Nacional da Homeopatia. Neste dia, no ano de 1840, chegava na região litorânea que divide os estados do Paraná e Santa Catarina conhecida atualmente por Barra do Sahy, o médico homeopata francês Dr. Benoit Mure. O Dr. Mure foi o responsável pela introdução da homeopatia no Brasil.

Ele foi para esta região para criar uma comunidade industrial de máquinas a vapor e, ao mesmo tempo, implantou o primeiro instituto de formação em Homeopatia que se tem registrado na história brasileira. É fácil imaginar que devido à grandiosidade do seu projeto e as condições da região na época, ele não obteve os resultados esperados, lembrando que hoje a cidade de Joinvile-SC, localizada na mesma região, representa um importante pólo da industria mecânica no estado de Santa Catarina.

Homeopatia é um termo criado por Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843) para designar uma terapia alternativa que se baseia no princípio similia similibus curantur (“os semelhantes curam-se pelos semelhantes”). Confunde-se-a com a fitoterapia, por conta dos produtos usados em suas formulações, embora ambas tenham corpo ideológico e metodologia essencialmente distintos.

De fato, o tratamento homeopático consiste em fornecer a um paciente sintomático doses extremamente pequenas dos agentes que produzem os mesmos sintomas em pessoas saudáveis, expostas a quantidades maiores. Desse modo, o sistema de cura natural da pessoa seria estimulado a estabelecer uma reação de restauração da saúde por suas próprias forças, de dentro para fora. O medicamento homeopático é preparado em um processo que consiste em diluição sucessiva da substância, sucussão e “dinamização” (ou “potencialização”), em uma série de passos.

Homeopatia não se acha pacificamente inserida como especialidade médica em todos os países. Mesmo aqueles que lhe conferem alguma aceitação oferecem-lhe certas restrições, ou de natureza institucional ou de cunho legal.

No Brasil, é considerada especialidade médica desde 1980 e é utilizada pelo Sistema Único de Saúde desde 2006, além de ser uma das práticas alternativas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde – OMS.

Fonte: Homeopathicum / Wikipédia

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20 de Novembro – Dia Nacional do Biomédico

Dia instituído pelo Projeto de Lei número 953/2003. É uma justa homenagem ao profissional que tem nesta data um marco importante na sua luta, pois foi neste dia que o Supremo Tribunal Federal lhe deu ganho de causa regulamentando a profissão.

A Lei número 6.684, de 3 de setembro de 1979, dispõe que o exercício da profissão de biomédico é privativo dos portadores de diploma devidamente registrado, de bacharel em curso oficialmente reconhecido de Ciências Biológicas, modalidade médica. Ao biomédico, ainda nos termos do mesmo diploma legal, compete atuar em equipes de saúde, em nível tecnológico, nas atividades complementares de diagnósticos: realizando análises físico-químicas e microbiológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente; realizando serviços de radiografia, excluída a interpretação; atuando sob supervisão médica, em serviços de hemoterapia, de radiodiagnóstico e de outros para os quais esteja legalmente habilitado; e planejar e executar pesquisas científicas em instituições públicas e privadas, na área de sua especialidade profissional.

Biomedicina é a ciência que conduz estudos e pesquisas no campo de interface entre biologia e medicina, voltada para a pesquisa das doenças humanas, seus fatores ambientais e ecoepidemiológicos, com intuito de encontrar sua causa, prevenção, diagnóstico e tratamento.

O profissional formado em Biomedicina está apto a realizar estudos e pesquisas clínicas, envolvendo as análises clínicas, genética e biologia molecular de fluidos, células e tecidos humanos.

No Brasil, os biomédicos dedicam-se principalmente às análises clínicas (exames laboratoriais), no entanto, muitos desses profissionais atuam como cientistas em centros de pesquisas e universidades, analisando e pesquisando moléculas, células e organismos na busca da cura, do diagnóstico, do tratamento e da prevenção de doenças (desenvolvendo vacinas), reagentes laboratoriais e novos medicamentos, bem como atuando na pesquisa de DNA.

Os biomédicos também realizam testes para averiguação da qualidade bioquímica e microbiológica de alimentos. Na Reprodução Humana, realizam, entre outras atividades, a criopreservação, a manipulação e a seleção de gametas e embriões que serão implantados na futura mãe. Nas análises ambientais, realizam análises físico-químicas, microbiológicas e parasitológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto.

O trabalho nas indústrias biotecnológicas envolve a manipulação de enzimas, microrganismos e células, na produção de produtos biologicamente ativos, tais como enzimas, hormônios (insulina por exemplo), antibióticos, vitaminas, vacinas, soros, além de reagentes laboratoriais.

Os biomédicos especialistas em Biofísica, Imagenologia ou Radiologia trabalham em clínicas ou centros de diagnóstico por imagem tendo a função de preparar o paciente, elaborar o plano de irradiação, gerenciar banco de imagens, programar e operar equipamentos de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Medicina Nuclear, Radioterapia, entres outros.

Para atuação em qualquer área da biomedicina, o profissional deve estar legalmente habilitado e/ou possuir Título de Especialista além de ter registro em seu respectivo Conselho Regional de Biomedicina. Atualmente o Biomédico está listado na Classificação Brasileira de Ocupações do Minitério do Trabalho e Emprego.

Fonte: Conselho Regional de Biomedicina 1ª. região / Wikipédia

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20 de Novembro – Dia Nacional da Consciência Negra

A data, transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978, não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.

O Dia da Consciência Negra é uma forma de lembrar o sofrimento dos negros ao longo da história, desde a época da colonização do Brasil, tentando garantir seus direitos sociais.

Hoje temos várias leis que defendem esses direitos, como a de cotas nas universidades, pois acredita-se que, em razão dos negros terem sido marginalizados após o período de escravidão, não conseguiram conquistar os mesmos espaços de trabalho que o homem branco. Na época da escravidão os negros não tinham direito ao estudo ou a aprender outros tipos de trabalho que não fossem os braçais, ficando presos a esse tipo de tarefa. Muitos deles, estando libertos, continuaram na mesma vida por não ter condições de se sustentar.

O Dia da Consciência Negra também é marcado pela luta contra o preconceito racial, contra a inferioridade da classe perante a sociedade, além de temas como mercado de trabalho, discriminação política, moda e beleza negra, etnias, homenagens a negros que se destacaram.

Além desses assuntos, enfatizam sobre o respeito enquanto pessoas humanas, além de discutirem e trabalharem para conscientizar as pessoas da importância da raça negra e de sua cultura na formação do povo brasileiro e da cultura do país.

A lei número 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Com isso, professores devem inserir em seus programas aulas sobre os seguintes temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional.

Fonte: Unificado / Brasil Escola / Mulheres Negras

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16 de Novembro – Dia Nacional dos Ostomizados

Dia instituído pela Lei número 11.506/2007. Em homenagem à fundação, em 1985, da Sociedade Brasileira dos Ostomizados, a data é celebrada no dia 16 de novembro de cada ano.

Ostomizados são pessoas que utilizam um dispositivo, geralmente uma bolsa, que permite recolher o conteúdo a ser eliminado através do estoma.

Ostomia é um procedimento cirúrgico que consiste na desconexão de algum trecho do tubo digestivo, do aparelho respiratório, urinário, ou outro qualquer, e a abertura de um orifício externo, por onde o tubo será ligado. Este orifício chama-se estoma.

Um estoma normal geralmente é vermelho ou rosa-vivo, é brilhante, é úmido e redondo (podendo apresentar um alargamento em alguns casos). Logo após a cirurgia, o estoma geralmente apresenta um inchaço, mas o seu tamanho sofrerá uma redução aos poucos. O tamanho normal é de 2 a 5 centímetros de profusão, com uma abertura pequena que se dilata durante a evacuação. O local pode ser tocado normalmente, geralmente o portador não sente nada, pois o local não possui nervos. O estoma pode sangrar ao toque, durante a troca de bolsa ou durante a limpeza da pele ao redor. Isto é natural, atenção especial é exigida caso ocorra sangramento contínuo.

A ostomia é aplicada a pacientes com dificuldades respiratórias (traqueostomia), onde a traqueia é aberta abaixo do ponto congestionado e um tubo é inserido no local para permitir a entrada livre de ar.

Em casos de câncer do intestino ou outros problemas em que o intestino e o reto precisam ser parcial ou totalmente extraído, faz-se um estoma ligando a extremidade do intestino preservado à pele. É normal, nesses casos, a aplicação de uma bolsa de colostomia para o recolhimento de fezes.

O portador de uma ostomia adquire condições especiais de vida e é considerado um deficiente físico.

Após o Ministério da Saúde garantir o atendimento e o Sistema Único de Saúde fornecer equipamentos aos ostomizados, percebe-se que é cada vez maior o compromisso público com a construção da cidadania plena destas pessoas em todos os sentidos. A Lei 11.506/2007 é um exemplo de confirmação dessa luta.

Fonte: Wikipédia / AORA

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