15 de Outubro – Dia Mundial da Mulher Rural – World Rural Women’s Day

As Nações Unidas na sua 4ª Conferência Sobre a Mulher, realizada em Beijing, em 1995, institucionalizaram o dia 15 de Outubro como o dia Mundial da Mulher Rural com o objetivo de elevar a consciência mundial sobre o papel da mulher rural no fortalecimento da sociedade, da economia no geral, e das famílias em particular.

A efeméride realiza-se atualmente em cerca de 100 países do mundo inteiro e é acompanhada de um lema internacional para realçar a consciência sobre uma particular área específica de atenção e prioridade de ação.

The idea of a World Rural Women’s Day to be devoted each year to honor rural women began at a UN Conference for Women in Beijing in September 1995.

This was considered a practical way of obtaining recognition and support for the multiple roles of rural women who are mostly farmers and small entrepreneurs. Rural women make us more than a quarter of the world population. They contribute to the wellbeing of their families and the development of rural economies. Because of their key role in food production and food security, it was decided that the World Rural Women’s Day fall on the 15 October – the day before the World Food Day.

Fonte: CEM – Coordenadoria Estadual da Mulher / World Rural Women’s Day

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30 de Abril – Dia Nacional da Mulher

No início do século XX, uma brasileira que esteve a estudar na Europa,  Jerônima Mesquita, ao retornar ao Brasil, trouxe consigo a coragem de  enfrentar as situações contrárias às mulheres. Uniu-se a um grupo de  senhoras combativas e tornou-se feminista, assistencialista e sufragista.  Lutou por inúmeras causas. Era mineira de Leopoldina, nascida em 30 de  abril de 1880. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, onde morava, em 1972.  Em homenagem à sua data natalícia, um grupo de feministas trabalhou para  que se tornasse o Dia Nacional da Mulher. Isso ocorreu pela lei número  6791/80, sancionada pelo Presidente João Figueiredo.

 

A comemoração do Dia Nacional da Mulher tem sido importante para a  divulgação das questões de gênero e sensibilização de políticos para a  situação da mulher no Brasil. No momento, a preocupação maior é quanto a  violência contra a mulher, inclusive a doméstica.

 

O Dia Nacional da Mulher, a 30 de abril, é mais uma ocasião para continuar a  investigação sobre a condição feminina no Brasil e a busca incessante de soluções.

 

Fonte: WMULHER

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Published in: on 30/04/2015 at 01:51  Deixe um comentário  
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25 de Julho – Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha

O Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha foi criado em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana. Estipulou-se que este dia seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. Desde então, sociedade civil e governo têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero e racial/étnica em que vivem estas mulheres, explícita em muitas situações cotidianas.

O objetivo da comemoração de 25 de julho é ampliar e fortalecer as organizações de mulheres negras do estado, construir estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais. É um dia para ampliar parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra brasileira.

In 1992 during the First Encounter of Afro-Latin American and Afro-Caribbean women held in Santo Domingo, participants decided to commemorate black women’s struggle and resistance on July 25 with activities and campaigns to raise awareness about existing gender, racial and ethnic oppression.

Fonte: Portoweb / The Free Library

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Published in: on 22/07/2013 at 00:18  Deixe um comentário  
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28 de Maio – Dia Internacional de Ação Pela Saúde da Mulher – International Day of Action for Women’s Health

Em 1987, na Costa Rica, realizou-se o V Encontro Internacional Mulher e Saúde, ocasião em que as participantes aprofundaram questões relacionadas à morte das mulheres durante a gravidez, o parto, o pós-parto e decorrente de abortos realizados em condições inadequadas. Como estratégia de combate a essas mortes, com 98% de causas evitáveis, as mulheres decidiram por um conjunto de ações capazes de tornar mais visível a mortalidade materna em todo o mundo.

Logo depois do V Encontro, em uma reunião realizada no dia 28 de maio, oitenta mulheres de várias nacionalidades instituíram o 28 de Maio como Dia de Ação pela Saúde da Mulher, tomando como subtema, naquele momento, a morte materna. Ainda em 1987, no Quênia, uma conferência intitulada “Iniciativa à Maternidade Segura”, promovida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), objetivou visibilizar as mortes maternas e reduzi-las em 50% até o ano 2000.

A Campanha iniciada pelas mulheres, em um efeito dominó, foi sendo assumida pelos governos de diversos países e por organizações internacionais, regionais e nacionais de saúde. Na sua dinâmica, a Campanha muda de tema a cada dois anos, mas sempre tendo como foco os direitos das mulheres à saúde sexual e reprodutiva.

The International Day Of Action For Women’s Health falls on May the 28th, every year. The origins of this world health day stem from a 1987 meeting of the Women’s Global Network for Reproductive Rights (WGNRR), in Costa Rica, where the Latin American and Caribbean Women’s Health Network proposed the creation of a global day of action for women’s health.

Since then, 28 May has become widely known and celebrated around the world by innumerable women’s and health groups.

Fonte: Ipas Brasil / M&D India

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Published in: on 26/05/2013 at 01:00  Deixe um comentário  
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Pompoarismo

O pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens). Afirma-se ainda que o pompoarismo pode ser benéfico contra incontinência urinária e na preparação do canal para partos mais fáceis.

É uma técnica milenar do Oriente. Nasceu na Índia e foi aperfeiçoada na Tailândia e no Japão. Os primeiros exercícios surgiram com uma transformação dos exaustivos exercícios tântricos preparatórios para o Maithuna (ritual do sexo sagrado). Essa transformação foi desenvolvida inicialmente pelas sacerdotisas dos templos da Grande Mãe para ser utilizada nos rituais de fertilidade. Com o passar do tempo a técnica foi se expandindo e tornando-se popular. Na Tailândia é costume passar a técnica de mãe para filha, assim como é costume que o futuro esposo pague um dote aos pais, e o valor depende da educação, dotes musicais e habilidades sexuais da futura esposa.

Ginástica semelhante foi desenvolvida na década de 1950 pelo ginecologista Arnold Kegel. Em 1952 Kegel “desenvolveu” alguns exercícios para mulheres que tinham problema de incontinência urinária. Com pesquisas ele descobriu que o músculo pubococcígeo estava fora de forma e não funcionava de maneira adequada. Exercitando esses músculos, o problema médico era resolvido e o potencial para sensações genitais e orgasmo era aumentado. Em parte porque o fluxo sanguíneo aumenta em músculos exercitados, e o aumento do fluxo de sangue está relacionado com a facilidade para excitação e orgasmo. Quando se aumenta a força de um músculo, aumenta-se seu suprimento de sangue, o efeito colateral: o aumento do fluxo de sangue para a pelve implica níveis mais elevados de excitação e orgasmos mais intensos.

Hoje é indispensável entre as comercializadoras de sexo, que utilizam essa capacidade para sua promoção e espetáculos de “halterofilismo pompoarístico”, no qual mostram que podem fumar um cigarro colocado entre os lábios da genitália; sugar uma banana com a vagina e esmagá-la usando somente as contrações dos anéis musculares do fundo da vagina para frente; levantar objetos pesados; lançar objetos à distancia; abrir garrafas; sugar água, retê-la na vagina, dançar e depois liberar a água; sugar três tipos de água colorida, retendo-as com os três anéis da vagina e depois liberá-las sem misturá-las, dentre outras demonstrações.

Contração Vaginal: Sentada numa cadeira, contraia os músculos da vagina como se apertasse algo dentro dela. Conte até três e relaxe. Repita dez vezes. Depois, contraia e relaxe rapidamente, como se quisesse imitar o ritmo de uma respiração ofegante. Conte até dez novamente. Total: 20 repetições.

Fonte: Wikipédia / Terra Mulher

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Published in: on 06/03/2013 at 01:28  Deixe um comentário  
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Folclore : Mula-Sem-Cabeça

Nos pequenos povoados ou cidades, onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-Sem-Cabeça. Também se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece. Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. Toda passagem de quinta para sexta feira ela vai numa encruzilhada e ali se transforma na besta.

Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e se encontrar alguém chupa seus olhos, unhas e dedos. Apesar do nome, Mula-Sem-Cabeça, na verdade, de acordo com os relatos de quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro.

Nas noites que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos. Às vezes, parece chorar como se fosse uma pessoa. Ao ver a Mula,deve-se deitar de bruços no chão e esconder unhas e dentes para não ser atacado.

Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e a Mula-Sem-Cabeça, voltará a ser gente, ficando livre da maldição que a castiga para sempre.

Origem: É um mito que já existia no Brasil colônia.
Fonte: Folclore Brasileiro Ilustrado: A Lenda da Mula-sem-cabeça

 

Published in: on 17/08/2012 at 22:30  Deixe um comentário  
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Lei Maria da Penha vale mesmo sem queixa da agredida

Por 10 votos a 1, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu dia 09/02/2012, que a partir de agora, o Ministério Público pode denunciar o agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher, mesmo que a mulher não apresente queixa contra quem a agrediu.

A Lei Maria da Penha protege mulheres contra a violência doméstica e torna mais rigorosa a punição aos agressores. De acordo com norma original, sancionada em 2006, o agressor só era processado se a mulher agredida fizesse uma queixa formal.

Até esta decisão, a Lei Maria da Penha permitia inclusive que a queixa feita pela mulher agredida fosse retirada. A partir de agora, o Ministério Público pode abrir a ação após a apresentação da queixa, o que garante sua continuidade.

O Supremo julgou nesta quinta duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva que pretendiam garantir a aplicação da lei para coibir a violência doméstica.

Em seu voto, o relator das ações, Marco Aurélio Mello, votou a favor da abertura de ação penal contra agressores a partir de queixa feita pelo Ministério Público, sem obrigação de que a mulher tenha de tomar a iniciativa de denunciar o crime.

Ele argumentou que, em caso de violência doméstica, é preciso considerar a necessidade de “intervenção estatal” para garantir a proteção da mulher, como previsto na Constituição. “Sob o ponto de vista feminino, a ameaça e as agressões físicas não vêem, na maioria dos casos, de fora. Estão em casa, não na rua. O que não reduz a gravidade do problema, mas aprofunda, porque acirra a situação de invisibilidade social”, observou o ministro.

Único a votar contra essa interpretação, o presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, ponderou sobre as consequências da atuação do Estado nos casos de violência contras as mulheres. Para ele, essa mudança de interpretação na lei pode inibir a representação de queixas por parte da mulher.

Argumentou ainda que a atuação do Ministério Público pode desconsiderar a vontade da mulher e até acirrar a violência nas famílias. “Há o risco de que, a mulher continuando a conviver com o parceiro, no meio dessa convivência, eventualmente já pacificada, sobrevenha uma sentença condenatória que terá no seio da família consequências imprevisíveis, e que pode desencadear maior violência”, completou Peluso.

A observação foi rebatida pelo relator. “Penso que o valor maior a ser resguardado é o valor que direciona à proteção da mulher e o estado não a protege quando exige que ela adote postura de antagonismo contra o que já se revelou agressor”, disse Marco Aurélio.

Já o ministro Gilmar Mendes, embora tenha votado a favor da nova interpretação, afirmou que a denúncia proposta pelo Ministério Público, independentemente da vontade da agredida, pode ser mais um motivo de desentendimento no núcleo familiar.

“Às vezes, a ação penal pública incondicionada [processo aberto sem queixa da agredida] vai ser um elemento de desagregação familiar e o texto constitucional quer um mínimo de integração. Daí eu não estar seguro quanto a essa fórmula que vamos eleger”, disse Mendes.

No primeiro processo, o tribunal declarou, por unanimidade, a constitucionalidade de três artigos da Lei Maria da Penha que tratam do regime diferenciado criado pela norma para punir os agressores de mulheres, com a criação de juizados de violência doméstica contra a mulher. O julgamento terminou com aplausos no plenário.

De acordo com o voto do relator, a lei está em “harmonia” também com tratados internacionais, assinados pelo governo brasileiro, que prevêem a criação de normas para prevenir e punir a violência específica contra a mulher.

“A Lei Maria da Penha retirou da invisibilidade e do silêncio a vítima de hostilidade ocorrida na privacidade do lar e representou movimento legislativo claro no sentido de garantir a mulheres agredidas o acesso efetivo à reparação e justiça”, disse o ministro Marco Aurélio.

Ao defender a importância da atuação do Ministério Público nos casos de agressão contra mulheres, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou que condicionar a punição à apresentação de queixa por parte da vítima é “perpetuar um quadro de violência física contra a mulher”.

De acordo com a representante da Advocacia-Geral da União (AGU), Graice Mendonça, 92,09% da violência doméstica é praticada pelo homem em face da mulher, o que demonstra a necessidade de um regime legal diferenciado para conter a violência contra o sexo feminino.

“Esses dados espancam a tese de que a Lei Maria da Penha fere a isonomia entre homens e mulheres. O que é o principio da igualdade senão tratar desigualmente aqueles que se encontram em posição de desigualdade”, disse a representante da AGU.

Durante o julgamento, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, citou dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), segundo os quais, desde a entrada em vigor da lei, foram distribuídos 331.796 processos que tratam de agressões a mulheres. Desse total, segundo o CNJ, 110.998 foram sentenciados até março de 2011.

“A quantidade de processos nas prateleiras das varas criminais responsáveis pelo julgamento dos casos envolvendo crimes contra mulheres ilustra a dificuldade do Poder Judiciário em atender a demanda das vítimas”, disse o presidente da OAB.

Fonte: G1

Higiene Íntima

Feminina

Devemos entender que a genitália feminina detesta ser agredida com produtos químicos e que mesmo mantendo mecanismos próprios de proteção, não é por isso que vamos deixar de fazer a higiene que ela merece e necessita. Vão aí algumas dicas:

1- Use sempre sabonetes neutros; jamais use desodorantes íntimos; mantenha os pelos pubianos aparados.

2 – Após urinar, seque a vulva encostando o papel higiênico, sem fazer movimentos bruscos, para evitar que o papel esfarele e deixe pequenos pedaços grudados; nunca traga o papel de trás para a frente pois poderá contaminar a vagina com bactérias que habitam normalmente a região perianal .

3 – No banho, procure afastar os lábios vaginais para fazer a higiene dos sulcos interlabiais.

4 – Não é necessário lavar ou fazer “chuveirinho” dentro da vagina.

5 – Evite o uso habitual de absorvente fora do período menstrual.

6 – Durante a menstruação troque o absorvente externo ou interno com frequência.

7 – Dê preferência às roupas íntimas de tecido natural como o algodão; as calcinhas de “lycra” ou renda aumentam a temperatura e são irritantes das mucosas.

8 – Evite usar roupas apertadas no dia-a-dia, durma com roupas soltas, e dispense a calcinha sempre que possível.

9 – Procure urinar após a relação sexual, esse hábito ajuda a evitar a cistite já que o jato urinário lava a uretra, que em algumas mulheres se contamina com muita facilidade no coito.

Masculina

Higiene nada mais é que cuidar da saúde. Além das instruções já conhecidas sobre higiene genital, como: evitar relações quando enfermo; tratar das doenças; lavar os genitais com água corrente antes e depois do sexo oral e também após urinar ou defecar. Alguns cuidados extras devem ser tomados para o homem ficar em dia com sua saúde:

1 – Apesar de ser antiromântico, após qualquer tipo de contato sexual, deve-se lavar os genitais com água corrente, mesmo tendo usado preservativo.

2 – Usar um sabonete neutro e massageá-los levemente, incluir a glande, prepúcio, corpo de pênis, região pubiana, região anal e perianal.

3 – Há homens em que a produção e acúmulo de esmegma (o popular sebo do pênis), é mais exuberante. Nestes casos, a higiene deve ser feita com a frequência adequada a cada indivíduo: tantas vezes quantas forem necessárias para manter o pênis limpo.

4 – Os pelos pubianos, escrotais, perianais e das virilhas, possuem uma função pouco conhecida e relegada a segundo plano: reduzir o atrito entre duas superfícies cutâneas que se tocam. Portanto, não se deve raspar tais pelos sob pena de ocorrer reações locais tais como infecções, irritações e escoriações da pele. Os que assim preferirem, devem evitar raspá-los com lâminas, fazendo apenas a “poda” dos pelos com tesoura, deixando-os, no mínimo, com 1,5 cm de comprimento.

Fonte: ABC do Sexo

Published in: on 13/11/2011 at 15:39  Deixe um comentário  
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A Importância da Mãe na Vida do Filho

Atualmente, muitas mulheres necessitam dividir seus afazeres do trabalho com a tarefa de ser mãe, esposa, dona de casa e ainda conseguir tempo para cuidar da saúde do corpo, beleza e ainda um tempinho para a diversão Mas não podemos esquecer do principal: dos filhos.

As mães trabalhadoras devem compensar o tempo que permanecem longe dos pequeninos por inúmeros motivos. Prestar atenção ao que filho gosta de fazer, acompanhar seu desempenho na escola, alimentação e o mais importante, realizar tarefas ao lado da criança, sejam elas de lazer ou educação e responsabilidade.

A mãe representa pontos cruciais na formação do ser humano, é a partir dos conceitos passados por ela que se desenvolverão habilidades no trato social, familiar, psicológico e até mesmo ambiental. A harmonia da casa, o bom relacionamento com o marido e a satisfação própria como mulher devem caminhar juntos para um ambiente familiar saudável. Estes conceitos estão presentes na formação do caráter, que são responsáveis pelo desenvolvimento da responsabilidade e crescimento pessoal de cada ser.

A figura da mãe dentro de uma família é tão importante que chega a superar a figura paterna. A presença da mãe representa a continuidade da vivência no útero. Até os 3 anos de idade a criança se enxerga como uma extensão da mãe. Somente após essa idade é que o pai ganha espaço na personalidade do filho. A ligação da mãe com o filho é mais intensa, pois foi no útero que o bebê recebeu seus primeiros cuidados, como a alimentação, calor, proteção e conforto. É através do cheiro, da audição, do paladar que a criança se liga mais à mãe após o nascimento, pois foi dentro do corpo dela que ele sentiu essas primeiras sensações.

O ato de oferecer o peito e mamar já é uma ligação forte entre os dois. Nos casos dos bebês, o ideal é que as mães permaneçam no mínimo duas horas com a criança. Em muitos casos, a ausência faz com que os bebês se identifiquem com quem cuida como avós e babás, e acabem naturalmente rejeitando o colo da mãe. Outra dica é aproveitar a hora de dormir para cantar para o bebê, já que no útero ele estava habituado a ouvi-la. Nas crianças com idade de 3 a 7 anos, é realmente importante que a mãe participe de brincadeiras com os filhos.

A partir dessa idade até a pré-adolescência, a criança começa a entender e a sentir a necessidade da presença do pai, principalmente as meninas. Em muitos casos, as mulheres deixam os maridos de lado após o nascimento do primeiro filho. Para que a relação continue a dar certo, ela deve se dividir entre os cuidados com o bebê e a atenção ao marido, pois o primeiro passo para que o conceito família se estabeleça, é a união do casal.

Um ponto que gera discussão na educação dos filhos é o ato de bater para educar. Dar um tapa é diferente do castigo e poucas vezes faz mais efeito para a criança. Jamais parta para violência, ela gera revolta e desunião do lar. Uma palmada de leve no bumbum pode servir como advertência. Muitos ainda acreditam que um tapinha de leve no dorso da mão é inofensivo, mas a mão da criança ainda possui ossos finos em formação, o que pode levar a uma fratura.

Fonte: Amigos do Freud

Published in: on 13/06/2011 at 01:00  Deixe um comentário  
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