8 de Agosto – Dia Nacional de Combate ao Colesterol

A ideia do Dia Nacional de Combate ao Colesterol surgiu no bojo da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), como uma forma de conscientizar a população sobre a importância do colesterol alto e as formas de prevenção. A data 8 de agosto foi oficializada pelo Poder Legislativo em 2002.

O colesterol é uma substância necessária ao nosso organismo, mas quando suas taxas no sangue se elevam, torna-se um perigoso fator de risco. O Colesterol é o resultado do metabolismo das gorduras saturadas com algumas subdivisões, sendo duas importantes: HDL, o bom colesterol, e LDL, o mau colesterol. O nível do LDL pode estar elevado por 2 fatores principais: o genético e a dieta. Consideramos o fator genético como o mais importante, porém dietas inadequadas também elevar o LDL colesterol.

A maior parte do colesterol é fabricada pelo próprio corpo, cerca de 70%, no fígado, enquanto que apenas 30% provém da alimentação. Existem pessoas que já nascem geneticamente destinadas a serem grandes produtoras dessa substância. O colesterol não tem nada a ver com excesso de peso, pois indivíduos magros podem ter níveis de colesterol alto.

O colesterol só existe nos alimentos de origem animal entre os mais ricos em gorduras saturadas temos: carnes, frutos do mar, miúdos, gema de ovo, leite e derivados, linguiça, salsicha, salame e presunto, enquanto os óleos e azeites comuns não têm colesterol.

Ele é fundamental para a vida porque faz parte da constituição da membrana celular (capa que reveste as células dos tecidos) e constitui-se em matéria prima para a fabricação da bile, dos hormônios e da vitamina D. Seu excesso é que o torna danoso. No sangue ele pode estar livre ou fazendo parte das chamadas lipoproteínas (aglomerado de colesterol, proteínas e gorduras que circulam pelas artérias e veias). O LDL é o que participa da formação das placas de gordura (aterosclerose) que obstruem as artérias.

Sua elevação é, portanto, indesejável e deve ser combatida. Já o colesterol contido nas lipoproteínas HDL, o bom colesterol, não participa do processo de obstrução das artérias e tem ainda um efeito protetor, porque retira o colesterol dos tecidos e o leva para o fígado onde é eliminado ou reaproveitado. Portanto, quanto mais HDL mais se evita a obstrução das artérias pela aterosclerose. Algumas dicas são úteis, alimentos funcionais elevam o colesterol bom diminuindo o ruim. Para reduzir o colesterol coma mais fibras, frutas com casca e verduras, cereais, grãos, aveia, alimentos integrais, soja, maçã. Não reaproveite o óleo já utilizado, elimine o consumo de maionese, preparações a base de coco, bolachas recheadas, alimentos cremosos.

Leia com atenção o rótulo dos alimentos e evite os que contêm gordura saturada e hidrogenada. Coma mais grelhado ou assado ou cozido de peixes, aves sem a pele e, porque não, alguma carne vermelha, porém evite frituras. Infelizmente comer ou beber limão, laranjada com berinjela e alho, não diminui a taxa do colesterol. Os derivados da uva são agora reconhecidos como alimentos que elevam o HDL, tanto o suco, como o vinho tinto (este não mais do que uma taça por dia). O valor ideal do HDL é acima de 40 mg/dl.

Os exercícios físicos não reduzem o LDL a níveis normais. É necessária alimentação saudável e medicamentos, o valor a ser alcançado é menos de 100 mg/dl para quem tiver tido alguma doença cardiovascular e menos que 130 mg/dl para os sadios. Pessoas que têm parentes diretos com colesterol alto e familiares com aterosclerose, devem conhecer os níveis do seu colesterol. Levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), em 20 cidades, incluindo São Paulo, constatou que 40% da população tem nível anormais (elevados) de colesterol total, entre 200 e 240 mg/dl. Pesquisas indicam que mesmo um pouco elevado não é seguro deixá-lo sem correção.

Fonte: Webrun / Nutrição em Pauta / Coração Saudável

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19 de Junho – Dia Mundial de Conscientização Sobre Anemia Falciforme – World Sickle Cell Anaemia Awareness Day

Em 19 de junho é comemorado o Dia Mundial de Conscientização Sobre a Anemia Falciforme, resolução adotada pela Assembleia da ONU.

A doença falciforme é uma das mais frequentes doenças genéticas. Caracteriza- se pela presença predominante de hemoglobina S que tem a propriedade de formar polímeros quando desoxigenada.

A Anemia Falciforme, também chamada de drepanocitose ou siclemia, é uma doença hereditária do sangue que causa destruição crônica das células vermelhas do sangue, episódios de intensa dor, susceptibilidade às infecções, lesões orgânicas e, em alguns casos, à morte precoce.

The World Health Organization has allocated June 19th to be the annual day for Sickle Cell Awareness and has created programs to educate, test and stop the spread of this disease.

Sickle cell anaemia is a disease of red blood cells that is passed from parent to child. People with this disease have sickle hemoglobin, a protein of the red blood cells which is different from normal hemoglobin. “Sickled cell” gets stuck in the tiny blood vessels, blocking the flow of blood and causing pain.

On December 18, 2008, the UN General Assembly adopted a resolution calling for the recognition of sickle cell anaemia as a public health problem and “one of the world’s foremost genetic diseases”. It also called for member states and the UN system to raise awareness about sickle cell anaemia on June 19 every year at the national and international level.

Fonte: ZNews

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14 de Junho – Dia Mundial do Doador de Sangue – World Blood Donor Day

Dia 14 de junho comemora-se o Dia Mundial do Doador de Sangue. Criado em 2004 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), tem como objetivo homenagear e agradecer a todos os doadores que ajudam a salvar vidas diariamente. Na data comemora-se também o aniversário de Karl Landsteiner, prêmio Nobel pela descoberta do sistema de grupos de sangue ABO. Cada ano um país diferente é anfitrião do Dia Mundial do Doador de Sangue.

Conforme um documento da OMS, em todo o mundo são obtidas mais de 81 milhões de unidades de sangue por ano, mas apenas 27 milhões dessas unidades são coletadas em países de média e baixa renda, onde vive 82 por cento da população mundial.

Além disso, e também a nível global, somente 39 países tem alcançado um nível de doações voluntárias de sangue suficiente para cobrir 100 por cento de seus requerimentos.

Segundo informação da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), os seguintes países nas Américas contam com bancos de sangue fornecido por doadores voluntários: Aruba, Bermuda, Canadá, Cuba, Curaçao, Estados Unidos, Ilhas Cayman e Suriname.

Outro problema é que nos países de renda baixa e média, mais de 43% das doações efetuadas por novos doadores provêm ainda de doadores pagos ou de familiares de pacientes que o fazem como reposição.

Apesar de todos os esforços, a disponibilidade de sangue permanece baixa nos países da América Latina e do Caribe. Mais ainda quando se considera que a OMS e a Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e Meia Lua Vermelha têm estabelecido que, para que um país possa satisfazer as suas necessidades de sangue, o número de unidades de sangue que se coleta deve corresponder a 3-5% de sua população. Na região, o recolhimento corresponde a 1,39% da população.

No mundo, os doadores regulares de sangue, voluntários e não remunerados – que doam pelo menos duas vezes ao ano – fornecem nesse período 37,6 milhões de unidades de sangue. 89 por cento desse total é obtido em países de rendas altas.

Nesse contexto, o Dia Mundial do Doador de Sangue é uma possibilidade para enfatizar uma vez mais por que é essencial que a doação seja altruísta e que haja doadores regulares para garantir a provisão de sangue seguro para todos os pacientes que precisem de transfusões. Em síntese, este dia é um veículo para promover: a motivação para que os doadores sadios que tenham doado para seus familiares se convertam em doadores regulares voluntários não remunerados; o aumento do número de doadores através de campanhas de conscientização e motivação; estilos de vida saudáveis nos doadores de sangue, para proteger sua vida e a dos pacientes que recebam seu sangue; enfatizar a necessidade de contar com sangue seguro.

World Blood Donor Day is celebrated June 14th every year. It is an opportunity to express gratitude to those who donate their blood in order to save lives, without expecting anything in return. Every year, a different country hosts World Blood Donor Day and showcases their unique culture.

Fonte: Fundação Pró-Sangue / WBDD / PAHO

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6 de Junho – Dia Nacional do Teste do Pezinho

Ele chegou ao país em 1976 e agora ganhou do governo brasileiro uma data oficial para seu aniversário: 6 de junho, que passa a ser o Dia Nacional do Teste do Pezinho. Gotas de sangue colhidas do calcanhar durante a primeira semana de vida podem afastar a deficiência mental, além de detectar a anemia e problemas nos sistemas respiratório e digestivo. Não à toa, esse exame, também conhecido como triagem neonatal, hoje é obrigatório por lei no país: todo recém-nascido precisa fazer o teste, que fareja distúrbios prejudiciais ao seu desenvolvimento.

As mamães geralmente ficam com o coração na mão quando tem que levar seus bebês para o exame, pois estes normalmente choram. Mas por que a picadinha no calcanhar? O que as mães devem saber é que o calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos e a coleta do sangue é feita rapidamente com um único furinho. O furo é quase indolor, mas a dor ainda é uma sensação nova para o bebê e por isso choram.

Esse exame é realizado em grande parte nas maternidades quando o bebê completa 48 horas de vida. Antes disso, o teste pode sofrer influência do metabolismo da mãe. O exame também é feito em laboratórios.

O ideal é que o teste seja feito até o sétimo dia de vida. Basta apenas uma picada no calcanhar do bebê para retirar algumas gotinhas de sangue que serão colhidas num papel filtro e levadas para serem analisadas.

O diagnóstico precoce oferece condições de um tratamento iniciado nas primeiras semanas de vida do bebê, evitando a deficiência mental. A deficiência, uma vez presente no corpo, já não pode ser curada.

Existem diferentes tipos de exames do pezinho. O Sistema Único de Saúde (SUS) instituiu o Programa Nacional de Triagem Neonatal, onde cobre a identificação de até quatro doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e fibrose cística). Mas nem todos os Estados brasileiros realizam os quatro testes.

O Programa Nacional de Triagem Neonatal prevê três fases do teste do pezinho, em que os Estados devem se adequar. A primeira fase detecta as doenças fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito. A segunda inclui a anemia falciforme, e a terceira fase a fibrose cística.

Hoje já existe uma versão ampliada do teste do pezinho onde é possível identificar mais de 30 doenças antes que seus sintomas se manifestem. Mas é ainda um recurso sofisticado e bastante caro, não disponível na rede pública de saúde.

Mesmo assim, a versão ampliada do teste do pezinho é subdividida. Geralmente, quanto maior o número de doenças detectadas, mais caro é o exame. Existem ainda exames complementares que também podem ser realizados com o sangue do papel filtro do teste do pezinho.

Não se preocupe se tiver que repetir o exame. O teste do pezinho exige repetição para esclarecer o primeiro resultado, quando suspeito de normalidade ou quando o teste é realizado antes de 48 horas de vida.

Fonte: Bebe.com / Guia do Bebê

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8 de Maio – Dia Nacional das Hemoglobinopatias

O Projeto de Lei número 3373/08 institui o Dia Nacional das Hemoglobinopatias a ser comemorado anualmente no dia 8 de maio em todo o territótio brasileiro. São doenças genéticas decorrentes de anormalidades na estrutura ou na produção da hemoglobina, presente nos glóbulos vermelhos e responsável pelo transporte do oxigênio para os tecidos.

A Organização Mundial de Saúde estima o nascimento anual de 150 mil crianças com a forma mais grave de talassemia. Calcula-se que, no mundo todo, 15 milhões de pessoas tenham talassemia, 200 milhões tenham o gene da enfermidade, 250 mil crianças nascem com anemia falciforme. A Associação Brasileira de Talassemia (Abrasta) afirma que no Brasil há 700 pessoas com a forma mais grave de talassemia e três milhões de pessoas são portadoras do gene da doença.

Os pacientes que passam por transfusões de sangue constantemente podem acumular grande quantidade de ferro no organismo. Apesar de não manifestar sintomas aparentes, a sobrecarga de ferro, é uma doença e quando não tratada acarreta no acúmulo de ferro em órgãos vitais, como coração, rim e fígado, podendo desencadear uma série de complicações, como cardiomiopatia, cirrose hepática, diabetes e AVC (acidente vascular cerebral), entre outras.

Em geral, é possível identificar os primeiros sinais de sobrecarga no organismo após 10 a 20 transfusões. O organismo absorve e perde um miligrama de ferro por dia, mantendo-se em equilíbrio, enquanto o paciente com anemias crônicas e que recebe cerca de 200 a 250 mg de ferro adicional em cada bolsa de sangue, pode acumular ao longo de uma ano 1,5 gramas de ferro em excesso.

O assunto, apesar de grave, ainda é desconhecido pela população brasileira e nos casos diagnosticados, o tratamento é uma necessidade urgente e deve ser realizado por meio da quelação (retirada) do ferro em excesso do organismo. Atualmente, a terapia de quelação pode ser feita por meio de um medicamento oral, um comprimido dissolvido em água, suco de laranja ou maçã, uma vez ao dia. No entanto, há alguns meses, o tratamento da sobrecarga de ferro consistia em infusões subcutâneas, que duravam cerca de 8 a 12 horas, seis vezes por semana, um tratamento doloroso e que dificultava a adesão do paciente ao tratamento, uma vez que essa terapia causa grande impacto emocional tanto para pacientes quanto para cuidadores. Hoje, a quelação pela terapia oral representa uma revolução no tratamento da sobrecarga de ferro e facilita a adesão dos pacientes, já que a maioria dos portadores dessas doenças sanguíneas são crianças que só chegam à idade adulta quando devidamente tratadas.

Fonte: Saúde & Lazer / CCJ

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Síndrome da Mão Inchada

Uma circulação sanguínea deficiente é a principal resposta para o surgimento desse incômodo. Explicando melhor: o sangue, depois de ser bombeado para os tecidos,  deve voltar ao coração, mas como durante o exercício a frequência cardíaca aumenta e os vasos se dilatam, a ação da gravidade dificulta o retorno do sangue, causando o inchaço. O mesmo ocorre nos pés, mas em menor intensidade do que os membros superiores, que ficam “pendentes”. Além do coração, a tarefa de bombear o sangue está a cargo dos músculos localizados no antebraço e nas panturrilhas. Quando esses músculos estão fracos, têm dificuldade para levar o sangue de volta, ocasionando o inchaço. Entre outras possíveis explicações para a síndrome da mão inchada, podemos citar calor e frio excessivos, caminhadas em altitudes elevadas e falta de movimentação com as mãos.

Há ainda o desequilíbrio  hidroeletrolítico, ou seja, uma alteração nos eletrólitos – sais que mantêm o corpo em equilíbrio para evitar inchaço. Quando suamos, perdemos sais; quando comemos muito sal o corpo trabalha para manter o equilíbrio e aumenta os líquidos. Uma outra maneira encontrada pelo corpo para  se equilibrar, nessa situação específica, é inchar.

Apesar da síndrome das mãos inchadas causar preocupação, os relatos mostram que o incômodo é transitório; as pessoas retornam ao normal poucos minutos após o término da caminhada. Além disso, a prática regular de exercícios atenua o problema, assim como pequenas providências tomadas antes de caminhar.

Dicas simples que podem ajudar a combater a síndrome da mão inchada:

1- Sempre remova os anéis antes de caminhar.

2- Solte a pulseira do relógio ou use pulseiras elásticas.

3 – Carregue um objeto de empunhadura leve durante a caminhada (espuma, bola de borracha, mapa ou lanterna). Não esqueça de alternar as mãos.

4- Faça movimentos circulares com as mãos durante a caminhada.

5- Não aperte as mãos.

6 – Mantenha empunhadura leve como se tivesse segurando uma borboleta, ou seja, não feche as mãos de maneira forte nem fraca.

7 – Durante a caminhada movimente os dedos várias vezes como se tivesse tocando um piano.

8 – Durante a caminhada, movimente os braços, colocando-os acima do nível do coração. Estique e dobre os membros superiores.

9 – Mantenha a postura correta dos cotovelos (ângulo de 90 graus), movimentando-os para frente e para trás com os ombros relaxados.

10 – Cuidado com a ingestão demasiada de líqüidos e isotônicos em caminhadas de 60 minutos ou mais.

­­Fonte: Bixiga News

Published in: on 21/10/2010 at 16:10  Deixe um comentário  
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