31 de Outubro – Dia Nacional da Poesia

O Dia Nacional da Poesia é comemorado oficialmente em 31 de outubro no Brasil.

A data foi criada em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade, um dos principais nomes da literatura brasileira.

O Dia Nacional da Poesia foi oficializado através da lei nº 13.131, de 3 de junho de 2015, por sugestão do senador Álvaro Dias do PSDB do Paraná.

O dia 31 de outubro remete a data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, conhecido por ser um dos principais nomes da segunda geração do Modernismo brasileiro.

A data, além de homenagear aos poetas em geral, também serve para lembrar da riqueza e importância cultural que representa a arte poética.

Antes da aprovação da lei que institui o Dia da Poesia oficialmente em 31 de outubro, esta data costumava ser celebrada no dia 14 de março, em caráter não-oficial, desde 1977.

Neste caso, a escolha do dia 14 de março foi em homenagem ao escritor Antônio Frederico de Castro Alves, nascido nesta data em 1847. No entanto, o projeto de lei que previa o Dia Nacional da Poesia em 14 de março foi arquivado e nunca oficializado.

O Dia Nacional da Poesia é normalmente celebrado em bibliotecas, escolas e diversos outros espaços culturais, em eventos onde a declamação de poemas é normalmente privilegiada.

Fonte: Calendarr

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18 de Abril – Dia Nacional do Livro Infantil

Dia instituído pela Lei número 10.402. O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato. Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília, marcaram a história da literatura infantil.

O livro faz toda a diferença na formação de uma criança. Embora estejamos na era da informática, as histórias infantis fazem a criançada viajar num mundo de fantásticas aventuras e encantam todas as idades.

Fonte: PortoWeb

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Published in: on 18/04/2014 at 01:49  Deixe um comentário  
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2 de Abril – Dia Internacional do Livro Infantil – International Children’s Book Day

O Dia Internacional do Livro Infantil comemora-se a 2 de abril em honra do escritor Hans Christian Andersen, que nasceu nesse dia na Dinamarca.

Hans foi um renomado escritor dinamarquês de histórias infantis e escreveu mais de 156 contos. Entre suas obras destaca-se “O patinho feio”, “O soldadinho de chumbo” e “As roupas novas do imperador”. A data é comemorada em mais de 60 países e é uma tentativa de despertar nas crianças o interesse pela literatura. A literatura infantil surgiu no século XVII com Fenélon (1651-1715), com a função de educar moralmente as crianças.

O texto literário infantil é capaz de criar situações que promovam a discussão acerca de valores morais, sentimentos e atitudes. A literatura leva a mente das crianças a navegar pelo mundo da imaginação e lhes dá a oportunidade de fazer incríveis viagens pelos lugares mais inusitados do mundo, conhecendo novos amigos, novos lugares e muitas novas histórias para que sejam compartilhadas com seus amiguinhos. São as boas histórias infantis que conquistam o coração de uma criança e nela desperta a sede pela literatura.

International Children’s Book Day (ICBD) is an annual event, which is held on around April 2, the birth date of Hans Christian Andersen. It is sponsored by the International Board on Books for Young People (IBBY). According to the IBBY Web site, “International Children’s Book Day (ICBD) is celebrated to inspire a love of reading and to call attention to children’s books.”

Fonte: Guia dos Curiosos / Portal São Francisco / Children’s Books

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26 de Fevereiro – Nascimento de Victor Hugo

Victor Hugo, autor de “Os miseráveis” e “O Corcunda de Notre Dame”, entre outros, era filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet. Nasceu em Besançon, a 26 de fevereiro de 1802, mas passou a infância em Paris.

Em 1819 fundou, com os seus irmãos, uma revista, o “Conservateur Littéraire” (Conservador Literário) e no mesmo ano ganhou o concurso da Académie des Jeux Floraux, instituição literária francesa fundada no século 14.

Aos 20 anos publicou uma reunião de poemas, “Odes e Poesias Diversas”, mas foi o prefácio de sua peça teatral “Cromwell” que o projetou como líder do movimento romântico na França.

Victor Hugo casou-se com Adèle Foucher e durante a vida teve diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento, a quem ele escreveu numerosos poemas.

Seu grande romance histórico “O Corcunda de Notre Dame” (1831), o conduziu à nomeação de membro da Academia Francesa, em 1841.

Criado no espírito da monarquia, o escritor acabou se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária. Eleito deputado da Segunda República, em 1848, apoiou a candidatura do príncipe Luís Napoleão, mas se exilou após o golpe de Estado que este deu em dezembro de 1851, tornando-se imperador. Hugo condenou-o vigorosamente por razões morais em “Histoire d’un Crime”.

A morte da sua filha, Leopoldina, afogada por acidente no Sena, junto com o marido, fez com que o escritor se deixasse levar por experiências espíritas relatadas numa obra “Les Tables Tournantes de Jersey” (As Mesas Moventes de Jersey).

A partir de 1849, Victor Hugo dedicou sua obra à política, à religião e à filosofia humana e social. Reformista, desejava mudar a sociedade, mas não mudar de sociedade. Em 1870, Hugo retornou a França e reatou sua carreira política. Foi eleito primeiro para a Assembleia Nacional, e mais tarde para o Senado. Não aderiu à Comuna de Paris, mas defendeu a anistia aos seus integrantes.

De acordo com seu último desejo, foi enterrado em um caixão humilde no Panthéon, após ter ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo.

Fonte: UOL Educação / Wikipédia

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Published in: on 23/02/2014 at 22:04  Deixe um comentário  
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30 de Julho – Nascimento de Emily Brontë

Emily Brontë nasceu em 30 de julho de 1818 em Bradford, Yorkshire, Inglaterra. Filha de Maria Branwell e de um clérigo irlandês chamado Patrick Brontë, ela era a quinta de seis irmãos.

As filhas, com exceção da mais nova, foram enviadas para Clergy Daughter’s School depois da morte de sua mãe. As condições precárias da escola foram propícias para a evolução da doença (tuberculose) que matou duas de suas irmãs, Maria e Elizabeth. Charlotte e Emily voltaram para casa, juntando-se ao pai, ao irmão e à irmã mais nova, Anne. Como forma de se entreterem, os irmãos passavam seu tempo lendo autores como Shakespeare e criando mundos fantásticos.

Em 1842 Emily e Charlotte foram para a Bélgica estudar linguas como Francês e Alemão, e também literatura com o objetivo de montarem sua própria escola. Quando sua tia morreu, Emily voltou sozinha para casa e ficaram só ela e seu pai. Em nenhum momento ela parou de escrever seus poemas. Quando Charlotte voltou, ambas tentaram abrir sua escola, mas não obtiveram sucesso. Em 1845 Charlotte achou os poemas da irmã e teve a ideia de juntar aos seus e de sua irmã mais nova e publicá-los em 1846, sob os pseudônimos de Currer, Ellis e Acton Bell.

Apesar do fracasso da publicação, as irmãs se enstusiasmaram em escrever e criaram seus primeiros romances. Emily escreveu “O Morro dos Ventos Uivantes” e em 1847 foi publicado. Mas uma tragédia logo apareceria na vida de Emily. Branwell, viciado em ópio e álcool, morre em 1848. No funeral do seu irmão, Emily pegou um resfriado, que acabou virando tuberculose, e morreu em novembro do mesmo ano. Emily descansa ao lado de sua família em West Yorkshire, na Inglaterra.

Emily era a mais fechada e talvez a mais solitária entre todas as irmãs, mas ao mesmo tempo intensamente criativa e passional. Seus poemas são ricos e cheios de emoção, mas sua obra prima foi com certeza “O Morro dos Ventos Uivantes”, que conta a história de um amor condenado.

Fonte: Meia Palavra

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Published in: on 27/07/2013 at 00:27  Deixe um comentário  
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24 de Julho – Nascimento de Alphonsus de Guimaraens

Afonso Henriques da Costa Guimarães nasceu em Ouro Preto, Minas Gerais, em 24 de julho de 1870, era filho de um português e uma brasileira. Estudou direito em São Paulo, onde concluiu o curso em 1895. Voltou para Minas Gerais para exercer a função de juiz durante toda a vida, primeiro em Conceição do Serro, depois em Mariana, onde viveu até a morte, com sua esposa e quatorze filhos.

Era grande admirador de Cruz e Souza, tendo inclusive viajado para o Rio de Janeiro apenas para conhecê-lo. Fez parte do grupo simbolista de São Paulo e sua poesia é marcada pela espiritualidade, sendo considerado um poeta místico, porque sua obra apresenta uma atmosfera de religiosidade, sonho e mistério. Influenciado por Verlaine, também apresenta melancolia e ternura. A morte da amada é tema recorrente. Seus versos têm sonoridade e ritmo modernos.

“Kyriale” tem uma atmosfera densa e pesada, remete sempre à morte, ao dia de finados, desde as palavras escolhidas pelo poeta até o tom solene. Este é um traço do Romantismo Gótico, recuperado pelos simbolistas decadentes. Nas obras posteriores é a amada ausente quem aparece com frequência. Portanto, seus temas preferidos eram amor e morte. Guimarães também foi tradutor de Haine e de poetas chineses, a partir do francês.

Parte da sua obra, pouco lida, foi publicada postumamente. “Septenário das Dores de Nossa Senhora”, “Câmara Ardente” e “Dona Mística” (1899), “Kyriale” (1902), “Pauvre Lyre” (1921), “Pastoral dos Crentes do Amor e da Morte” (1923), “Poesias” (1938).

Alphonsus de Guimaraens morreu em Mariana, em 15 de julho de 1921.

Fonte: UOL Educação

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Published in: on 21/07/2013 at 23:54  Deixe um comentário  
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1º de Maio – Dia da Literatura Brasileira

Em 1º de maio comemora-se o Dia da Literatura Brasileira. A data é uma homenagem ao aniversário de José de Alencar, um dos maiores escritores da literatura brasileira, nascido em 1829 e autor de obras que marcaram época como Iracema e O Guarani.

A Literatura Brasileira surgiu a partir da atividade literária incentivada pelos jesuítas após o descobrimento do Brasil durante o século XVI. Bastante ligada, de princípio, à literatura metropolitana, ela foi ganhando independência com o tempo, iniciando o processo durante o século XIX com os movimentos romântico e realista, atingido o ápice com a Semana de Arte Moderna em 1922, caracterizando-se pelo rompimento definitivo com as literaturas de outros países, formando-se, portanto, a partir do Modernismo e suas gerações as primeiras escolas de escritores verdadeiramente independentes. São dessa época grandes nomes como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, João Guimarães Rosa, Clarice Lispector e Cecília Meireles.

A literatura produzida no Brasil possui papel de destaque na esfera cultural do país: todos os principais jornais do país dedicam grande parte de seus cadernos culturais à análise e crítica literária, assim como o ensino da disciplina é obrigatório no Ensino Médio.

Fonte: Wikipédia / Gazeta do Povo

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