13 de Dezembro – Dia do Engenheiro Avaliador e Perito de Engenharia

A deliberação número 46/2003 do CAN (Comissão de Assuntos Nacionais), em 27 de junho de 2003, reconhece 13 de dezembro como o Dia do Engenheiro Avaliador e Perito de Engenharia.

As principais atividades exercidas pelo Engenheiro Avaliador e Perito são: avaliações de imóveis, de indústrias, de glebas, de imóveis rurais, de máquinas e instalações, reavaliações para atender à Lei das Sociedade Anônimas, trabalhos de perícias em ações de desapropriações, revisionais e renovatórias de aluguel, vistorias, inventários, partilhas e outras pendências.

A Engenharia de Avaliações é um ramo da engenharia que agrupa um vasto conjunto de conhecimentos de engenharia e de arquitetura, além de outras ciências naturais, exatas e sociais e tem como objetivo determinar o valor de um bem, de seus direitos, frutos e custos de reprodução.

A Engenharia de Avaliações é de grande interesse para os diversos agentes do mercado imobiliário tais como: imobiliárias, bancos de crédito imobiliário, compradores ou vendedores de imóveis. Ainda para empresas seguradoras, o poder judiciário, os fundos de pensão, os incorporadores, os construtores, prefeituras, investidores etc.

As avaliações devem ser realizadas com base em técnicas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, através da aplicação de metodologia apropriada. A sua aplicação adequada exige, além dos conhecimentos necessários para elaboração do trabalho, dedicação, segurança, reserva, consciência, senso de justiça, ética profissional, isenção, competência, senso crítico, investigação, observação e criatividade.

Fonte: Pelli Sistemas Engenharia / ibape / Wikipédia

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Published in: on 03/12/2017 at 17:44  Deixe um comentário  
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11 de Dezembro – Dia do Engenheiro e do Arquiteto

O Decreto Federal número 23.569, de 11 de dezembro de 1933 regula o exercício das profissões de engenheiro, de arquiteto e de agrimensor. A assinatura desse decreto deu origem ao Dia do Engenheiro e Arquiteto.

Um estudo desenvolvido pela Fisenge constatou, a partir de comparações entre estatísticas oficiais nacionais, que 115.950 novos engenheiros foram formados no Brasil, entre 1995 e 2001, uma média de quase 20 mil por ano. Somando-se a este dado o número de profissionais habilitados empregados antes de 1995 e mantendo-se a média de formados a cada ano, imagina-se que haja cerca de 350 mil engenheiros no país. Algumas estimativas, no entanto, elevam o número para 500 mil.

Em uma época em que o espaço urbano enfrenta graves problemas de sustentabilidade, é cada vez mais evidente a importância da atuação dos profissionais de engenharia e arquitetura na busca de soluções. Trata-se, por exemplo, de construir edificações que economizem água e energia e que possuam um sistema mais ecológico de esgotamento que os tradicionais.

O perfil da profissão também mudou nos últimos anos. Além de toda a formação técnica, o profissional de hoje precisa estar preparado para lidar com questões de marketing, finanças e ter compreensão da realidade social em que atua. Não deve buscar apenas o emprego tradicional, mas voltar-se para ações de empreendedorismo, sem jamais esquecer da dinâmica do mercado.

Fonte: Confea

23 de Novembro – Dia Nacional do Engenheiro Eletricista

A Presidência da República sancionou, no dia 29 de outubro de 2009, lei que institui o Dia Nacional do Engenheiro Eletricista. Agora, a data será celebrada todo dia 23 de novembro de cada ano, segundo o texto da Lei número 12.074 assinado pelo presidente em exercício, José Alencar. A data foi escolhida em homenagem a inauguração do IEMI, a primeira escola de engenharia do Brasil.

No final do século XIX e início do século XX, o Brasil passava por sua gênese no uso de energia elétrica e de suas utilidades. Até as primeiras décadas do século XX se instalou no país um grande número de pequenas usinas geradoras de energia elétrica destinada à iluminação pública e particular, alimentação dos bondes usados no transporte público e ao uso industrial, principalmente do setor têxtil. Tudo isso dependia de técnicos estrangeiros para ser implementado, e o Brasil não podia permanecer nessa situação ainda mais em se tratando de um setor de suma importância para o desenvolvimento do país. Foi nesse período que surgiu Theodomiro Carneiro Santiago, uma grande personalidade na história da engenharia brasileira.

Theodomiro formou-se em direito em 1906 pela Faculdade de Direito de São Paulo, e não tardou em mostrar seu espírito empreendedor e visionário. Como diretor da escola secundaria de Itajubá, percebeu a necessidade de uma escola de engenharia que além da teoria fornecesse formação experimental, algo que faltava aos engenheiros da época. Resolveu, então, criar o Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá (IEMI). Para alcançar seu sonho, o Dr. Theodomiro viajou para a Europa em 1912, visitando os principais centros de Engenharia Elétrica, particularmente na Bélgica, França, Alemanha, Inglaterra, Itália e Suiça. Ao fim da viagem voltou para o Brasil, tendo antes contratado professores belgas, franceses e suíços, além de comprado os equipamentos necessários para a montagem dos laboratórios do IEMI. Após muitas dificuldades, agravadas por se tratar de uma cidade do interior, o IEMI finalmente foi inaugurado em 23 de novembro de 1913.

O Engenheiro eletricista é o profissional dedicado ao desenvolvimento e à aplicação de um conjunto de conhecimentos científicos necessários à pesquisa, ao projeto e à implementação de sistemas diversos utilizados para efetuar o processamento da energia elétrica e da informação na forma de sinais elétricos digitais e analógicos. Nesta prática, são considerados os aspectos de qualidade, confiabilidade, custo e segurança, bem como os de natureza ecológica e ética profissional.

O campo de trabalho é vasto e inclui empresas de energia elétrica e telecomunicações, escritórios de projetos e consultoria, firmas de montagem e manutenção de instalações elétricas e de telecomunicações, indústrias diversas e empresas comerciais de pequeno e grande porte, manutenção de equipamentos e componentes eletro-eletrônicos, hospitais, empresas de radiodifusão, informática etc.

No Brasil é considerado Engenheiro Eletricista quem for formado em engenharia elétrica, porém para poder exercer a profissão é necessário registro no sistema do CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) do estado onde atua. No artigo 55 da Lei número 5.194 de 1966, é definido como infração o engenheiro que exerça atividade profissional sem registro no CREA do estado em que atua, com penalidade prevista na alínea “b” do artigo 73 da mesma Lei.

Fonte: CREA-MT / Familia Chimite / Wikipédia

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12 de Julho – Dia do Engenheiro Florestal

O dia 12 de julho é dedicado ao Engenheiro Florestal. Este profissional tem um vasto campo de ação, lutando contra pragas, erosões e incêndios, além de atuar em estudos e projetos para renovação e conservação de ecossistemas. Para isso precisa ter boas noções de topografia, ecologia, legislação ambiental, hidrologia e até bioquímica.

O aproveitamento racional da floresta, o reflorestamento, a produção de sementes e o impacto das indústrias de móveis, papel e celulose são uma constante preocupação na vida dos engenheiros florestais. Há um uso indiscriminado de corte de árvores, desde o uso de madeira nobre para a manufatura do carvão, até a exportação. Os engenheiros florestais são os profissionais que trabalham para manter a floresta viva.

O Brasil é muito rico em florestas e a maior parte delas é de domínio público. São as chamadas Flonas – abreviação de Florestas Nacionais – áreas que possuem cobertura florestal nativa ou reflorestada, e que possuem o plantio ou a retirada de madeiras de forma controlada. As Flonas servem para pesquisas científicas e garantem a proteção das espécies, belezas naturais, sítios históricos e arqueológicos, e dos recursos hídricos.

A data foi escolhida em homenagem a São João Gualberto que, de acordo com a tradição da Igreja Católica, também se dedicou ao cultivo de bosques florestais. Seu lema era “conservar e saber usar”.

Fonte: Portoweb / JusBrasil

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20 de Setembro – Dia do Engenheiro Químico

A Engenharia Química é o ramo da Engenharia ligado aos processos industriais de alta tecnologia, que transformam as matérias-primas em diversos produtos de interesse humano, principalmente na área de saúde.

Os profissionais têm por função elaborar, executar e controlar projetos de instalação e expansão de indústrias químicas. Cabe ao engenheiro químico também organizar, dirigir e fiscalizar a produção de materiais para a fabricação de produtos e pesquisar a transformação físico-química das substâncias, reduzindo-as a escalas comerciais – por exemplo, a fabricação de produtos químicos derivados de petróleo, metais, minérios, produtos alimentares e sintéticos.

Pela própria natureza de sua formação, que combina princípios da matemática, química, física e biologia com técnicas da engenharia, os profissionais da engenharia química têm sido considerados um dos mais versáteis de todos os engenheiros.

Seus campos de atuação mais frequentes são as indústrias dos setores de química e petroquímica, açúcar e álcool, fármacos e química fina, alimentos e bebidas, papel e celulose, materiais de construção, plásticos, refratários e cerâmicos, fertilizantes, tintas e vernizes, cosméticos e perfumes.

Nesse contexto, o engenheiro químico pode se ocupar de áreas como engenharia de processos e de produção, engenharia ambiental, bioengenharia, engenharia de segurança, pesquisa e desenvolvimento, gerência de tecnologia e economia de processos, vendas técnicas e áreas financeiras.

Fonte: Revista do Confea / CREA Minas

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Published in: on 15/09/2013 at 02:21  Comments (1)  
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13 de Julho – Dia do Engenheiro de Saneamento

O dia 13 de julho consta do calendário nacional como o Dia do Engenheiro de Saneamento após o Decreto número 53.697/64 ser assinado pelo presidente João Goulart. A data foi instituída no mesmo dia em que o Departamento Nacional de Obras de Saneamento foi transformado em autarquia.

E em tempos de preocupação global com a escassez de água, e considerando ainda que o Brasil é detentor de uma das maiores reservas hídricas do planeta, o trabalho dos engenheiros de Saneamento ganha ainda mais relevância e responsabilidade.

A Resolução do Confea 310/86 define o Engenheiro de Saneamento como aquele profissional que desenvolve atividades relacionadas com sistemas de abastecimento de água, incluindo captação, adução, reservação, distribuição e tratamento de água; sistemas de distribuição de esgoto em soluções individuais ou sistemas de esgotos, incluindo tratamento; coleta, transporte e tratamento de resíduos sólidos (lixo); controle sanitário do ambiente, incluindo o controle de poluição ambiental; controle de vetores biológicos transmissores de doenças, como insetos e roedores; instalações prediais hidrossanitárias; saneamento de edificações e locais públicos, tais como piscinas, parques e áreas de lazer, recreação e esporte em geral; e saneamento dos alimentos.

Há 400 anos os egípcios já conheciam técnicas de tratamento da água. Dois mil anos antes de Cristo, os persas já se preocupavam com a preservação dos recursos naturais, proibindo o lançamento de excretas nos rios. Milênios antes da Era Cristã, chineses e japoneses já tratavam a água para consumo.

Fonte: Assessoria de Imprensa do MTE / Jus Brasil

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Published in: on 09/07/2013 at 00:48  Deixe um comentário  
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6 de Maio – Dia do Cartógrafo

O Dia do Cartógrafo foi instituído pela Sociedade Brasileira de Cartografia (SBC) em referência à data do mais antigo trabalho cartográfico registrado no Brasil. O fato se deu em 27 de abril de 1500, segundo o Calendário Juliano utilizado na época, quando Mestre João, astrônomo da frota de Pedro Álvares Cabral, determinou a latitude da Baía de Cabrália – atual Porto Seguro.

O documento foi enviado à corte juntamente com a carta de Pero Vaz de Caminha, na data corrigida para o atual Calendário Gregoriano, 6 de maio.

De lá para cá, a tecnologia marcou a diferença entre aqueles primeiros profissionais e os engenheiros cartógrafos da atualidade. Afora isso, eles são e sempre serão os mesmos artistas da ciência de compor cartas geográficas.

A palavra cartografia é composta por dois radicais: carto = mapa + grafia = descrição, escrita. Cartografia é, portanto, a arte ou ciência de compor cartas geográficas. E qual é o profissional que desempenha essa atividade? É o engenheiro cartógrafo. A cartografia é uma especialidade da engenharia, que se ocupa da aquisição, processamento, visualização e análise da informação nas formas analógica e digital.

O engenheiro cartógrafo é especialista em coleta, armazenamento, recuperação, medição, processamento e análise de dados e informações necessários à representação adequada dos fenômenos que ocorrem na superfície terrestre.

Com base em informações sobre solo, relevo, recursos hídricos, vegetação, clima, densidade populacional e demografia, o engenheiro cartógrafo elabora mapas de cidades, países e continentes, plantas topográficas, cartas náuticas, aeronáuticas e de navegação aérea ou marítima.

A profissão de engenheiro cartógrafo é das mais antigas, remontando suas origens ao ano de 1810, quando foi criada a Academia Real Militar, embrião da Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil. A principal diferença entre os primeiros profissionais e os engenheiros cartógrafos da atualidade é o uso da tecnologia em seu trabalho. A formação desse profissional é caracterizada por um aspecto dinâmico em relação a uma constante atualização, devido ao avanço tecnológico e modernização de equipamentos e técnicas aplicadas.

A cartografia desenvolveu-se no Brasil a partir da Segunda Guerra Mundial em função dos interesses militares. Instituições como os atuais Instituto Cartográfico da Aeronáutica (ICA), Diretoria do Serviço Geográfico do Exército (DSG) e Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), foram as principais responsáveis pela execução da Cartografia Sistemática do País, com o objetivo de mapear todo o território nacional.

Atualmente, o IBGE é o coordenador do Sistema Cartográfico Brasileiro que é composto por entidades nacionais, públicas e privadas, que tenham por atribuição principal executar trabalhos cartográficos ou atividades correlatas.

É importante ter sempre em mente que a principal função da cartografia é representar a realidade através de informações espaciais de uma forma organizada e padronizada e que a produção cartográfica deve estar dirigida ao atendimento da sociedade como um todo.

Fonte: IBGEteen

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