6 de Setembro – Dia do Sexo

No dia 6 de setembro — sugestivamente, 06/09 — é comemorado o Dia do Sexo. A data é celebrada desde 2008, após uma ação de marketing de um fabricante de preservativos.

6/9 é uma data sugestiva para comemorar o Dia do Sexo, mas seja consciente e use preservativo.

O que é Sexo Seguro

Sexo seguro é o sexo sem o risco de ser contaminado ou contaminar o(a) seu(sua) parceiro(a) com doenças sexualmente transmissíveis, através do uso da camisinha. É necessário observar que o uso da camisinha, apesar de proporcionar excelente proteção, não proporciona proteção absoluta, pois pode ocorrer ruptura, perfuração, deslizamento, etc.

A camisinha é um objeto de material elástico, derivado da borracha (látex), relativamente resistente que envolve os genitais masculinos (mais usado) ou femininos durante o coito, impedindo o já citado contacto entre os fluidos corpóreos das pessoas que estão praticando o relacionamento íntimo.

Além da proteção contra as DST, os preservativos constituem um método anticoncepcional seguro, quando usados adequadamente.

O mercado diversificou muito a industrialização das camisinhas. Hoje encontramos camisinhas texturizadas, com formatos especiais, coloridas, lubrificadas, com perfume, sabor, etc.

Fonte: DST

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Published in: on 06/09/2016 at 12:02  Deixe um comentário  
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26 de Setembro – Dia Mundial da Contracepção – World Contraception Day

A data escolhida para promover a qualidade do planejamento familiar a nível internacional e aumentar a consciência pública sobre a contracepção é o dia 26 de Setembro.

Nos países desenvolvidos, estima-se que 49% das gravidezes são indesejadas, 36% terminam em aborto, e que 85% das mulheres sexualmente ativas que não tomam a pílula vão engravidar no espaço de um ano.

Além disso, mais de um quarto das mulheres entre os 15 e os 24 anos não utilizam nenhum contraceptivo na primeira relação sexual.

World Contraception Day is an annual event taking place on 26th September each year. Every year, countries and regions around the world organize events to mark World Contraception Day and to demonstrate their commitment to raising awareness of contraception and improving education regarding reproductive and sexual health.

Fonte: Baby Boom / Your Life

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31 de Julho – Dia Mundial do Orgasmo – World Orgasm Day

Data mundial criada na Inglaterra, por redes de sex shop, tem o objetivo de manter acesa a discussão sobre a libido e as disfunções sexuais que afetam pessoas em todo o mundo.

É tempo para refletir: as pessoas estão fazendo sexo com menos qualidade e boa parte da população não consegue sequer ter desejo sexual. Satisfação sexual é sinal de qualidade de vida, respaldado pela Organização Mundial de Saúde.

Estudo conduzido pelo Projeto de Sexualidade da USP detectou que 50% das brasileiras têm problemas com a ausência de desejo, falta de orgasmo, dificuldade de excitação ou dor durante a penetração – algumas delas têm mais de uma queixa. Um paradoxo num país com sexo tão presente no cotidiano. Os homens brasileiros também têm problemas. Cerca de 12 milhões deles sofrem de alguma disfunção sexual e é certo que a insatisfação nesta área sinaliza algum problema de saúde e contribui para conflitos do casal.

É preciso ecoar a mensagem de que a sexualidade de um povo reflete a sua saúde. Uma relação sexual malsucedida pode representar problemas como depressão, ansiedade, estresse, hipertensão, diabetes, doenças cardíacas, neurológicas ou endocrinológicas.

As pessoas têm o direito de fumar e não praticar exercícios, mas precisam saber que o fumo e o sedentarismo, da mesma forma que outros hábitos de vida não saudáveis, podem conduzir à disfunção sexual. No caso das mulheres, a falta de libido muitas vezes mascara problemas mais sérios, como a depressão. Mais de 50% dos casos de disfunção sexual feminina está associada ao quadro depressivo ou é consequência de efeito colateral de medicamentos.

A proposta do Dia do Orgasmo tem como finalidade debater o assunto nas diversas esferas sociais. Isso inclui a instituição de educação sexual de qualidade nas escolas, mais consciência quanto ao uso de preservativos e mais esclarecimento sobre as causas da falta de desejo sexual e da disfunção erétil. Não há justificativa para a perpetuação de problemas que podem e devem ser resolvidos. E o principal remédio ainda é a discussão franca e isenta de preconceitos.

The World Orgasm Day was informally created in England on 31 July by owners of sex shops.

Fonte: ISTOÉ Gente / All that I love

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Pompoarismo

O pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens). Afirma-se ainda que o pompoarismo pode ser benéfico contra incontinência urinária e na preparação do canal para partos mais fáceis.

É uma técnica milenar do Oriente. Nasceu na Índia e foi aperfeiçoada na Tailândia e no Japão. Os primeiros exercícios surgiram com uma transformação dos exaustivos exercícios tântricos preparatórios para o Maithuna (ritual do sexo sagrado). Essa transformação foi desenvolvida inicialmente pelas sacerdotisas dos templos da Grande Mãe para ser utilizada nos rituais de fertilidade. Com o passar do tempo a técnica foi se expandindo e tornando-se popular. Na Tailândia é costume passar a técnica de mãe para filha, assim como é costume que o futuro esposo pague um dote aos pais, e o valor depende da educação, dotes musicais e habilidades sexuais da futura esposa.

Ginástica semelhante foi desenvolvida na década de 1950 pelo ginecologista Arnold Kegel. Em 1952 Kegel “desenvolveu” alguns exercícios para mulheres que tinham problema de incontinência urinária. Com pesquisas ele descobriu que o músculo pubococcígeo estava fora de forma e não funcionava de maneira adequada. Exercitando esses músculos, o problema médico era resolvido e o potencial para sensações genitais e orgasmo era aumentado. Em parte porque o fluxo sanguíneo aumenta em músculos exercitados, e o aumento do fluxo de sangue está relacionado com a facilidade para excitação e orgasmo. Quando se aumenta a força de um músculo, aumenta-se seu suprimento de sangue, o efeito colateral: o aumento do fluxo de sangue para a pelve implica níveis mais elevados de excitação e orgasmos mais intensos.

Hoje é indispensável entre as comercializadoras de sexo, que utilizam essa capacidade para sua promoção e espetáculos de “halterofilismo pompoarístico”, no qual mostram que podem fumar um cigarro colocado entre os lábios da genitália; sugar uma banana com a vagina e esmagá-la usando somente as contrações dos anéis musculares do fundo da vagina para frente; levantar objetos pesados; lançar objetos à distancia; abrir garrafas; sugar água, retê-la na vagina, dançar e depois liberar a água; sugar três tipos de água colorida, retendo-as com os três anéis da vagina e depois liberá-las sem misturá-las, dentre outras demonstrações.

Contração Vaginal: Sentada numa cadeira, contraia os músculos da vagina como se apertasse algo dentro dela. Conte até três e relaxe. Repita dez vezes. Depois, contraia e relaxe rapidamente, como se quisesse imitar o ritmo de uma respiração ofegante. Conte até dez novamente. Total: 20 repetições.

Fonte: Wikipédia / Terra Mulher

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Published in: on 06/03/2013 at 01:28  Deixe um comentário  
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Débito ou Crédito Conjugal

Todo mundo acredita que existe o chamado “débito conjugal”. Uma crença tão antiga que até dispõe de uma expressão latina debitum conjugale.
Esta não é a única referência a esse “direito-dever” que advém do Direito Canônico, chamado de jus in corpus, ou seja, direito sobre o corpo. Claro que é o direito do homem ao corpo da mulher, para atender ao dogma “crescei e multiplicai-vos”.

O fato é que o casamento sempre foi identificado com o exercício da sexualidade, pois servia para “legalizar” as relações sexuais. Era um remédio contra a concupiscência – remedium concupiscentiae – o que, segundo o dicionário, significa inclinação a gozar prazeres sexuais.

Até hoje há quem afirme que o casamento se “consuma” na noite de núpcias. Antigamente, tal ocorria pelo desvirginamento da mulher, fato que precisava ser provado publicamente, pela exposição do lençol marcado de sangue, como é visto em filmes de época. Mesmo com o fim do tabu da virgindade – que já serviu até de causa para o pedido de anulação de casamento – o mito continua.

Ainda que persista a crença que o débito conjugal existe, ninguém consegue definir do que se trata. Será a obrigação do exercício da sexualidade? Significa que os cônjuges são obrigados à prática sexual? De onde advém este dever?

Será que a desculpa feminina da dor de cabeça configura descumprimento da obrigação? E a ejaculação precoce ou a impotência – fantasmas que rondam todos os homens – seriam inadimplemento ou mau cumprimento desse dever? E a alegação da mulher de nunca ter sentido prazer, é causa suficiente da incompetência masculina para se desincumbir de seu encargo? E, se de uma obrigação se trata, pode ser executada por terceiros ou é uma obrigação infungível?

A sorte é que a lei não impõe o débito conjugal. O casamento estabelece comunhão plena de vida (CC 1.511) e faz surgir deveres de fidelidade, vida em comum, mútua assistência, respeito e consideração (CC 1.566). Nenhuma dessas expressões é uma maneira pudica de impor a prática sexual. Nem o dever de fidelidade permite acreditar que existe o encargo da prática sexual. Mais serve é para gerar a presunção de paternidade dos filhos (CC 1.597), se tanto.

Nem entre as causas da separação – antigo instituto que não mais existe – havia a previsão de que a ausência de vida sexual autorizava o pedido de separação. A obsoleta culpa, que em boa hora foi abolida do sistema jurídico, autorizava o pedido de separação, sob a alegação de impossibilidade de vida em comum, em caso de adultério, injúria grave, conduta desonrosa (CC 1.573). Mas não há como chamar de injúria grave a resistência esporádica ou contumaz de manter relações sexuais.

De outro lado, a ausência de sexo não torna o casamento anulável. Sequer se pode dizer que configura vício de vontade (CC 1.550 III) ou erro essencial sobre a pessoa do outro (CC 1.556) que diga respeito à sua identidade, honra ou boa fama, a tornar insuportável a vida em comum (CC 1.557 I). Também não pode ser identificada como defeito físico irremediável (CC 1.557 III).

De qualquer modo, mesmo quando há erro essencial, a coabitação valida o casamento (CC 1.559). Claro que esta referência não diz com a prática sexual, mas com a vida em comum sob o mesmo teto. Apesar de a anulação do casamento dispor de efeito retroativo (CC 1.563), enquanto perdurou, gera inúmeros reflexos, inclusive de ordem patrimonial, que não podem desaparecer. Mas, pelo que diz a lei, a anulação do casamento apaga tudo. Os casados voltam ao estado civil de solteiros e não persiste sequela alguma da união, ainda que tenha durado por três anos, que é o prazo prescricional da ação anulatória (CC 1.560 III).

Às claras que o casamento traz a expectativa da prática sexual, em face da imposição social e cultural de sua finalidade procriativa. Mas a abstinência sexual de um dos cônjuges não gera o direito à anulação do casamento. Não há como alegar afronta ao princípio da confiança que se identifica pela expressão venire contra factum proprium, nada mais do que vedação de comportamento contraditório que autoriza a busca de indenização de natureza moral.

Portanto, de todo desarrazoado e desmedido pretender que a ausência de contato físico de natureza sexual seja reconhecida como inadimplemento de dever conjugal. Forçar o exercício do “direito” ao contato sexual pode, perigosamente, chancelar a violência doméstica. É bom lembrar que, por muito tempo, prevaleceu a tendência de desqualificar o estupro conjugal.

Ainda assim, reiterados são os julgados anulando o casamento sob a alegação da impotência coeundi, mais uma expressão latina, e que significa impossibilidade de manter relações sexuais. Os fundamentos jurídicos são dos mais diversos, desde erro moral, erro essencial e injúria grave. Nenhum deles, no entanto, com respaldo legal.

Fonte: Jus Brasil – Maria Berenice Dias – Advogada, Ex-Desembargadora do Tribunal de Justiça-RS, Vice-Presidenta Nacional do IBDFAM

Published in: on 02/02/2012 at 23:25  Deixe um comentário  
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Higiene Íntima

Feminina

Devemos entender que a genitália feminina detesta ser agredida com produtos químicos e que mesmo mantendo mecanismos próprios de proteção, não é por isso que vamos deixar de fazer a higiene que ela merece e necessita. Vão aí algumas dicas:

1- Use sempre sabonetes neutros; jamais use desodorantes íntimos; mantenha os pelos pubianos aparados.

2 – Após urinar, seque a vulva encostando o papel higiênico, sem fazer movimentos bruscos, para evitar que o papel esfarele e deixe pequenos pedaços grudados; nunca traga o papel de trás para a frente pois poderá contaminar a vagina com bactérias que habitam normalmente a região perianal .

3 – No banho, procure afastar os lábios vaginais para fazer a higiene dos sulcos interlabiais.

4 – Não é necessário lavar ou fazer “chuveirinho” dentro da vagina.

5 – Evite o uso habitual de absorvente fora do período menstrual.

6 – Durante a menstruação troque o absorvente externo ou interno com frequência.

7 – Dê preferência às roupas íntimas de tecido natural como o algodão; as calcinhas de “lycra” ou renda aumentam a temperatura e são irritantes das mucosas.

8 – Evite usar roupas apertadas no dia-a-dia, durma com roupas soltas, e dispense a calcinha sempre que possível.

9 – Procure urinar após a relação sexual, esse hábito ajuda a evitar a cistite já que o jato urinário lava a uretra, que em algumas mulheres se contamina com muita facilidade no coito.

Masculina

Higiene nada mais é que cuidar da saúde. Além das instruções já conhecidas sobre higiene genital, como: evitar relações quando enfermo; tratar das doenças; lavar os genitais com água corrente antes e depois do sexo oral e também após urinar ou defecar. Alguns cuidados extras devem ser tomados para o homem ficar em dia com sua saúde:

1 – Apesar de ser antiromântico, após qualquer tipo de contato sexual, deve-se lavar os genitais com água corrente, mesmo tendo usado preservativo.

2 – Usar um sabonete neutro e massageá-los levemente, incluir a glande, prepúcio, corpo de pênis, região pubiana, região anal e perianal.

3 – Há homens em que a produção e acúmulo de esmegma (o popular sebo do pênis), é mais exuberante. Nestes casos, a higiene deve ser feita com a frequência adequada a cada indivíduo: tantas vezes quantas forem necessárias para manter o pênis limpo.

4 – Os pelos pubianos, escrotais, perianais e das virilhas, possuem uma função pouco conhecida e relegada a segundo plano: reduzir o atrito entre duas superfícies cutâneas que se tocam. Portanto, não se deve raspar tais pelos sob pena de ocorrer reações locais tais como infecções, irritações e escoriações da pele. Os que assim preferirem, devem evitar raspá-los com lâminas, fazendo apenas a “poda” dos pelos com tesoura, deixando-os, no mínimo, com 1,5 cm de comprimento.

Fonte: ABC do Sexo

Published in: on 13/11/2011 at 15:39  Deixe um comentário  
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