Simpatias de Santo Antônio

Simpatia para arranjar namorado

Gelo no Santo: com os olhos fixos na imagem, fale para o santo que enquanto ele não te trouxer um novo amor ele ficará na geladeira. Se o santo demorar em atender seu pedido, coloque a imagem no congelador. Quando você arrumar um namorado, tire o santo dessa fria!

Sete rosas: no dia de Santo Antônio coloque sete rosas em um vaso que deve estar em frente a uma imagem do santo casamenteiro. Reze para ele pedindo um novo amor. Quando as pétalas secarem, leve-as para uma igreja onde acontecem muitos casamentos.

Sem o menino Jesus: pegue a imagem de Santo Antônio e tire o menino Jesus do colo dele e vire-o para a parede. Prometa devolver o que lhe foi tomado assim que ele te trouxer um namorado.

De cabeça para baixo: coloque o Santo Antônio de ponta cabeça dentro de um copo com água ou cachaça e avise o santo que ele só será “desafogado” e colocado na posição certa quando um novo amor entrar em sua vida.

Simpatia para trazer o ex de volta

Sete fitas: se você quer trazer alguém de volta para sua vida, amarre sete fitas coloridas em um Santo Antônio e o coloque de cabeça para baixo dentro do guarda-roupa. Avise-o que ele só sairá dali quando a pessoa amada estiver com você de novo.

“O cravo brigou com a rosa”: amarre o talo de uma rosa e o talo de um cravo com uma fita verde. Dê 13 nós na fita enquanto pensa em Santo Antônio e pede para unir você e seu amor como os talos do cravo e da rosa.

Simpatia para casar

Pé de cravo: em um vaso bonito, plante um pé de cravo branco e cuide dele com carinho até que floresça. Durante o plantio e todas às vezes que você cuidar da planta, deve pensar em Santo Antônio e pedir sua benção. Escolha a flor mais bonita e ofereça ao santo casamenteiro.

Perfume especial: retire três espinhos de uma rosa vermelha e coloque dentro do perfume que você usa e que a pessoa gosta. Use o perfume sempre que estiver com a pessoa, mas lembre-se de pensar e pedir para o santo remover os obstáculos se for para o bem dos dois.

Fonte: Bolsa de Mulher

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Published in: on 13/06/2014 at 01:41  Deixe um comentário  
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13 de Junho – Dia de Santo Antônio

Santo Antônio de Pádua, também conhecido como Santo Antônio de Lisboa, nasceu em Lisboa, no ano de 1195, com o nome de Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. É contemporâneo de um outro grande santo, São Francisco de Assis.

Santo Antônio foi cônego regular em Portugal até os vinte e cinco anos, quando um fato mudou a sua vida. Ao saber que cinco franciscanos tinham sido martirizados em Marrocos, como consequência da tentativa de evangelizar infiéis, Santo Antônio decidiu seguir-lhe os passos e ser um missionário.

Foi então que entrou para a ordem dos frades franciscanos e logo foi enviado para trabalhar entre os muçulmanos de Marrocos. Porém, com problemas de saúde, foi obrigado a retornar para a Europa, permanecendo em um eremitério na Itália. Durante este tempo ocupou vários cargos, como o de professor em sua ordem na Itália e na França e também pregando nos lugares onde a heresia era mais forte. O combate à heresia era feito não apenas através da pregação, mas também por meio de milagres espantosos. Sabia de cor quase todas as Escrituras e tinha um dom especial para explicar e aplicar as mais difíceis passagens.

Em 1231, seu sermão alcançou o ápice de intensidade, porém, foi neste mesmo ano que o santo foi acometido de uma doença inesperada, e ele veio a falecer em Arcella, no dia 13 de junho, aos 36 anos de idade.

Santo Antônio foi canonizado por Gregório IX em 30 de maio de 1232. É um santo de grande popularidade, principalmente nos países latinos, onde o povo costuma invocá-lo para encontrar objetos perdidos e auxiliar moças solteiras a encontrar noivos.

Oração – Glorioso Santo Antonio que tivestes a sublime dita de abraçar e afagar o Menino Jesus, alcançai-me a graça que vos peço e vos imploro do fundo do meu coração (pede-se a graça). Vós que tendes sido tão bondoso para com os pecadores, não olheis para os poucos méritos de quem vos implora, mas antes fazei valer o vosso grande prestígio junto a Deus para atender o meu insistente pedido. Amém. Santo Antonio, rogai por nós.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai)

Oração – Santo Antonio, eu sei que o casamento é uma vocação abençoada por Deus. É o sacramento do amor, comparado ao amor que Cristo tem para com a Igreja. Eu me sinto chamada para o casamento: por isto, Santo Antonio, ajuda-me a encontrar um namorado bom, amável, sério e sincero, que tenha os mesmos sentimentos de afeto que eu sinto. Faze que nos completemos um ao outro e formemos uma união abençoada por Deus, para que nós dois, juntos, sejamos capazes de vencer possíveis problemas familiares e conservemos sempre vivo o nosso amor, para que nunca falte a compreensão e a harmonia familiar. Santo Antonio, abençoa-nos a mim e a meu namorado; acompanha-nos até o altar e conserva-nos unidos pelo resto da nossa vida. Santo Antonio, rogai por nós.

Oração dos Namorados – Grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos. Faze que eu seja realista, confiante, digno(a) e alegre. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com a vocação sagrada para formar uma família. Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas. Que todos os namorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé. Assim seja.

Fonte: Portoweb / Com amor / Rosamarc

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12 de Junho – Dia dos Namorados

Seu surgimento foi em homenagem aos deuses Juno e Lupercus, conhecidos como os protetores dos casais. No dia 15 de fevereiro faziam uma festa a estes, agradecendo a fertilidade da terra, os rapazes colocavam nomes de moças em papeizinhos para serem sorteados. O papel retirado seria o nome de sua esposa.

Como muitos casais apaixonados eram impedidos por suas famílias de casar, um padre de nome Valentino passou a realizar matrimônios às escondidas, quando os casais fugiam, para que não ficassem sem receber as bênçãos de Deus.

Com isso, o dia 14 de fevereiro passou a ser considerado o dia de São Valentin (Valentine’s Day), em homenagem ao padre, sendo comemorado nos Estados Unidos, na Europa e no Japão como o dia dos namorados.

A divulgação da data no Brasil foi feita pelo empresário João Dória, que havia chegado do exterior. Representantes do comércio acharam uma ótima ideia para aquecer as vendas e escolheram o dia 12 de junho para ser o dia dos namorados em nosso país. A data foi escolhida às vésperas do dia de santo Antônio, o santo casamenteiro.

Fonte: Brasil Escola

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Published in: on 10/06/2013 at 02:03  Deixe um comentário  
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Débito ou Crédito Conjugal

Todo mundo acredita que existe o chamado “débito conjugal”. Uma crença tão antiga que até dispõe de uma expressão latina debitum conjugale.
Esta não é a única referência a esse “direito-dever” que advém do Direito Canônico, chamado de jus in corpus, ou seja, direito sobre o corpo. Claro que é o direito do homem ao corpo da mulher, para atender ao dogma “crescei e multiplicai-vos”.

O fato é que o casamento sempre foi identificado com o exercício da sexualidade, pois servia para “legalizar” as relações sexuais. Era um remédio contra a concupiscência – remedium concupiscentiae – o que, segundo o dicionário, significa inclinação a gozar prazeres sexuais.

Até hoje há quem afirme que o casamento se “consuma” na noite de núpcias. Antigamente, tal ocorria pelo desvirginamento da mulher, fato que precisava ser provado publicamente, pela exposição do lençol marcado de sangue, como é visto em filmes de época. Mesmo com o fim do tabu da virgindade – que já serviu até de causa para o pedido de anulação de casamento – o mito continua.

Ainda que persista a crença que o débito conjugal existe, ninguém consegue definir do que se trata. Será a obrigação do exercício da sexualidade? Significa que os cônjuges são obrigados à prática sexual? De onde advém este dever?

Será que a desculpa feminina da dor de cabeça configura descumprimento da obrigação? E a ejaculação precoce ou a impotência – fantasmas que rondam todos os homens – seriam inadimplemento ou mau cumprimento desse dever? E a alegação da mulher de nunca ter sentido prazer, é causa suficiente da incompetência masculina para se desincumbir de seu encargo? E, se de uma obrigação se trata, pode ser executada por terceiros ou é uma obrigação infungível?

A sorte é que a lei não impõe o débito conjugal. O casamento estabelece comunhão plena de vida (CC 1.511) e faz surgir deveres de fidelidade, vida em comum, mútua assistência, respeito e consideração (CC 1.566). Nenhuma dessas expressões é uma maneira pudica de impor a prática sexual. Nem o dever de fidelidade permite acreditar que existe o encargo da prática sexual. Mais serve é para gerar a presunção de paternidade dos filhos (CC 1.597), se tanto.

Nem entre as causas da separação – antigo instituto que não mais existe – havia a previsão de que a ausência de vida sexual autorizava o pedido de separação. A obsoleta culpa, que em boa hora foi abolida do sistema jurídico, autorizava o pedido de separação, sob a alegação de impossibilidade de vida em comum, em caso de adultério, injúria grave, conduta desonrosa (CC 1.573). Mas não há como chamar de injúria grave a resistência esporádica ou contumaz de manter relações sexuais.

De outro lado, a ausência de sexo não torna o casamento anulável. Sequer se pode dizer que configura vício de vontade (CC 1.550 III) ou erro essencial sobre a pessoa do outro (CC 1.556) que diga respeito à sua identidade, honra ou boa fama, a tornar insuportável a vida em comum (CC 1.557 I). Também não pode ser identificada como defeito físico irremediável (CC 1.557 III).

De qualquer modo, mesmo quando há erro essencial, a coabitação valida o casamento (CC 1.559). Claro que esta referência não diz com a prática sexual, mas com a vida em comum sob o mesmo teto. Apesar de a anulação do casamento dispor de efeito retroativo (CC 1.563), enquanto perdurou, gera inúmeros reflexos, inclusive de ordem patrimonial, que não podem desaparecer. Mas, pelo que diz a lei, a anulação do casamento apaga tudo. Os casados voltam ao estado civil de solteiros e não persiste sequela alguma da união, ainda que tenha durado por três anos, que é o prazo prescricional da ação anulatória (CC 1.560 III).

Às claras que o casamento traz a expectativa da prática sexual, em face da imposição social e cultural de sua finalidade procriativa. Mas a abstinência sexual de um dos cônjuges não gera o direito à anulação do casamento. Não há como alegar afronta ao princípio da confiança que se identifica pela expressão venire contra factum proprium, nada mais do que vedação de comportamento contraditório que autoriza a busca de indenização de natureza moral.

Portanto, de todo desarrazoado e desmedido pretender que a ausência de contato físico de natureza sexual seja reconhecida como inadimplemento de dever conjugal. Forçar o exercício do “direito” ao contato sexual pode, perigosamente, chancelar a violência doméstica. É bom lembrar que, por muito tempo, prevaleceu a tendência de desqualificar o estupro conjugal.

Ainda assim, reiterados são os julgados anulando o casamento sob a alegação da impotência coeundi, mais uma expressão latina, e que significa impossibilidade de manter relações sexuais. Os fundamentos jurídicos são dos mais diversos, desde erro moral, erro essencial e injúria grave. Nenhum deles, no entanto, com respaldo legal.

Fonte: Jus Brasil – Maria Berenice Dias – Advogada, Ex-Desembargadora do Tribunal de Justiça-RS, Vice-Presidenta Nacional do IBDFAM

Published in: on 02/02/2012 at 23:25  Deixe um comentário  
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Esposa mais magra que marido é sinal de casamento feliz

Pesquisadores da Universidade do Tennessee, Estados Unidos, descobriram que a satisfação com o casamento é maior quando a mulher é mais magra do que seu marido. Eles avaliaram o índice de massa corporal (IMC)  de 170 casais ao longo do tempo em conjunto com sua felicidade na relação.

Primeiro eles verificaram que o homem era mais feliz na união quando a mulher apresentava um IMC menor do que o dele – isso já era esperado pelos cientistas. No entanto, eles concluíram que as esposas também são mais satisfeitas quando seu IMC é menor.

Além das questões físicas, os pesquisadores suspeitam que o resultado mostre que os parceiros estão mais felizes quando seu companheiro é saudável. E isso teria mais chances de ocorrer com pessoas que não apresentam obesidade ou sobrepeso.

Andrea Meltzer, autora do estudo, disse que não significa que mulheres gordas não possam ser felizes no casamento, mas elas têm mais chances de satisfação quando se casam com homens mais gordos ou emagrecem para chegar o nível deles, de acordo com informações do site Discovery News.

No Brasil quase 17% das mulheres com mais de 20 anos são obesas ou apresentam sobrepeso, de acordo com dados de 2009 do IBGE.

Fonte: Revista Galileu

Senhor de 60 anos se casa com antigo amor depois de reencontrá-la no Facebook

O amor não tem idade e, com o advento da Internet, também não mede distâncias de tempo e espaço. A história do casal Hugh Forsythe, 60 anos, e Maureen Wallace, 62, é a mais nova prova desta teoria. Graças ao Facebook, eles se casaram 42 anos depois do término do namoro.

Maureen terminou um namoro de quatro meses com Hugh em 1970. Ele ficou arrasado, mas seguiu com a vida. Se casou, teve filhos, e ficou viúvo em 2009.

Então, durante uma visita a um parente distante no meio do ano passado, Hugh ficou sabendo que Maureen havia se divorciado, depois de um casamento de 27 anos. Isso foi o suficiente para iniciar a busca pela paixão do passado. “Eu nunca esqueci Maureen ao longo dos anos. Ela foi o meu primeiro amor, e não ia deixá-la escapar de novo”, disse Hugh ao Daily Mail.

Porém, a missão não era nada fácil. Ao procurar pelo nome Maureen Stewart no Facebook, ele encontrou várias pessoas com o mesmo nome. Hugh não teve dúvidas e mandou a mesma mensagem para todas as mulheres que ele encontrou na rede com o mesmo nome. A estratégia deu resultado e ele teve a resposta que tanto esperava.

A partir daí, os dois recomeçaram o relacionamento e relembraram os momentos do passado, revisitando os locais que frequentavam na década de 1970. Maureen e Hugh namoraram alguns meses no “mundo offline” e, decididos que foram feitos um para o outro, se casaram um pouco antes do Natal.

“Eu o amava, mas nunca disse isso a ele. Nem em meus sonhos mais loucos imaginei que nos encontraríamos novamente, mas felizmente o Facebook nos uniu”, disse Maureen. Que Hugh e Maureen sejam felizes para sempre. Felicidades ao casal.

Fonte: Tech Tudo / Daily Mail

Published in: on 10/01/2012 at 12:02  Deixe um comentário  
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