Páscoa

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.

Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a “passagem” de Cristo, da morte para a vida.

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

O chocolate era considerado sagrado pelos Maias e Astecas, tal qual o ouro. Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.

Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

No século XX, os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumi-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é quem trouxe os ovos.

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antiguidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertilidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!

O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea, em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e, portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.

Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a sequência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”. De fato a sequência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Fonte: Kidcafé-Escola

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Sexta-feira Santa ou Sexta-feira da Paixão

A Sexta-Feira Santa é também chamada de “Sexta Feira da Paixão”, e é a sexta-feira que ocorre antes do domingo de Páscoa. É o dia em que os cristãos relembram a crucificação de Cristo na cruz. A Sexta-Feira Santa é um feriado móvel, assim como a Páscoa. No domingo de Páscoa os cristãos celebram a ressurreição de Jesus Cristo.

Nesta data ocorrem diversos rituais religiosos. A Igreja Católica aconselha os fiéis a fazerem algum tipo de penitência, como jejum e a abstinência de carne e qualquer ato que se refira ao prazer. Procissões e reconstituições da Via Sacra são alguns dos rituais mais difundidos. É comum que os católicos façam promessas nesse dia, além de deixar de comer seu alimento preferido, ou até mesmo deixar de fazer coisas que gostam muito nesse dia, como penitência.

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu em um domingo, ao dia 14 de Nisã, de acordo com o calendário hebraico. Essa tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte, pois contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, contava o primeiro e o último dia, seria então em uma sexta-feira o dia da morte de Cristo.

Fonte: Calendar R Brasil

Idosos – jogos cognitivos estimulam a memória e divertem

Com o passar do tempo é normal que os idosos se preocupem com a perda de memória, principalmente quando se trata de determinadas lembranças.

O remédio é simples: sudoku, caça-palavras, dominó, jogos de memória ou palavras cruzadas. Virtuais ou não, os jogos cognitivos, além de “turbinar” o cérebro também divertem e aproximam as pessoas.

Os processos que envolvem a memória, a atenção e a linguagem precisam ser fortalecidos. Os jogos devem trazer aprendizado, aguçar o pensamento e manter a concentração. É bom experimentar outras opções ou tentar vários níveis de dificuldade, para manter o cérebro trabalhando.

Outra indicação é escolher jogos que a pessoa se identifique para não desistir no meio do caminho nem ficar frustrada. Se o idoso gosta de viagens, por exemplo, é interessante escolher um passatempo que trabalhe com as bandeiras dos países. Isso pode ativar as boas lembranças dos lugares que ele conheceu em outras épocas.

Fonte: Iamspe

Published in: on 10/04/2017 at 17:18  Deixe um comentário  
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Computação Cognitiva

O conceito é relativamente novo, mas ditará as mudanças tecnológicas em um futuro próximo. Computação cognitiva trata-se da capacidade de computadores pensarem (quase) como seres humanos.

No início da computação, os computadores eram capazes de efetuar cálculos, evoluindo para a utilização de sistemas programáveis (como conhecemos hoje) e o próximo passo será a utilização de computadores para o processamento de informações e tomadas de decisões baseadas em aprendizado de experiências anteriores, semelhante ao funcionamento do nosso cérebro. Um exemplo simples e bastante provável de utilização é a análise de quedas ou acentuações de ações na bolsa de valores e indicar qual a melhor opção para investir a partir de dados previamente informados (seja por uma entrada manual, ou por aprendizado e analises anteriores).

A utilização de grande repercussão da computação cognitiva foi em 2011, com a utilização do sistema de computação cognitiva da IBM batizado de Watson, que conseguiu derrotar dois conhecidos vencedores de um programa de perguntas e respostas da televisão americana, chamado Jeopardy.

No Brasil, a IBM sentiu a necessidade de parcerias para que a tecnologia seja ensinada já na universidade e firmou parceria com três universidades para formar profissionais especializados em computação cognitiva. Já a partir de 2016, Mackenzie, ESPM e Insper contarão com matérias relacionadas ao tema em cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado.

Aplicações

Medicina – Certos tratamentos da medicina baseiam-se na combinação de inúmeras fontes de conhecimento. Um oncologista, para identificar o melhor tratamento para tratar certo tipo de câncer, precisa analisar uma infinidade de dados, como: a idade do paciente, o aparecimento da lesão, as condições de cirurgia, o tipo da doença, etc, e combinar tudo isso com a experiência e conhecimento adquiridos ao longo do exercício da função para então tomar uma decisão. A partir da ideia de contar com a ajuda de um computador que faça essa análise a partir de informações coletadas pelo próprio médico junto ao paciente e em seguida retorne opções de tratamento surgiu o Watson Oncology, um sistema que usa a computação cognitiva para recomendar tratamentos contra o câncer. Seu banco de dados inclui milhares e milhares de pesquisas científicas na área, além de históricos reais de pacientes que se livraram ou não da doença. A IBM possui parceria com dois hospitais líderes no tratamento do câncer nos Estados Unidos, que já estão trabalhando com o Watson Oncology: o MD Anderson, em Houston, no Texas, e o Memorial Sloan-Kettering, em Nova York.

Música – O MusicGeek, aplicativo criado pela empresa britânica Decibel Music Systems, usa a tecnologia Watson para procurar pela internet e identificar conexões e tendências musicais, a partir de uma busca feita pelo usuário no próprio aplicativo. Essa pesquisa pode ser o nome de um artista, canção, álbum, tema, estilo musical, localização, ou a combinação de dois ou mais termos. O próximo passo é associar esses conhecimentos adquiridos na web com as informações já presentes no banco de dados da Decibel. Em questão de segundos, o usuário recebe uma lista inteligente de recomendações de novas músicas e seus respectivos artistas, todas relacionadas à busca inicial.

Justiça – Outro campo onde a computação cognitiva pode atuar de forma muito eficiente é na área jurídica. Primeiro: os processos se repetem, mas cada um tem suas mínimas particularidades. Segundo: tudo deve ser julgado com base nas leis. Por que não jogar todas essas informações num computador?

Culinária – Talvez a forma mais acessível de usar a computação cognitiva no dia-a-dia, utilizando-se do banco de dados do Bon Appétit, um dos maiores sites de receitas do mundo, a IBM criou o aplicativo Chef Watson, que utiliza a computação cognitiva para fazer recomendações de receitas levando em consideração o gosto dos usuários. Por exemplo: você tem tomate, aipo e gengibre e quer usá-los para preparar o almoço. No site do programa, você seleciona esses três alimentos e vai receber algumas ideias de receitas, assim como a chance dessa mistura dar certo. E o mais interessante: você selecionou os ingredientes, o sistema sugeriu uma receita, você preparou e aprovou o prato e então na próxima vez que alguém misturar os mesmos ingredientes, a resposta do Watson vai ser ainda mais certeira, pois ele ‘aprendeu’ que aquela combinação dá certo. Conforme vai sendo utilizado, o sistema também é capaz de “aprender” as preferências culinárias do próprio usuário, fazendo recomendações cada vez mais coerentes e com maior probabilidade de acerto. O Chef Watson já está disponível gratuitamente na internet, em inglês. O projeto também virou livro, chamado Cognitive cooking with Chef Watson, que reúne 65 receitas com combinações inéditas de ingredientes criadas a partir do aplicativo. Também em inglês, está sendo vendido na Amazon desde abril deste ano, com entrega no Brasil.

Carreiras que podem surgir com a disseminação da computação cognitiva

Engenheiro de internet das coisas, nanomédico, ciberpolicial. São centenas de novas carreiras nascidas da combinação entre inteligência humana e digital. Ao mesmo tempo, a computação cognitiva tem o poder de eliminar muitos empregos, inclusive os mais qualificados e dependentes de raciocínio. Os mais radicais futuristas chegam a prever o fim do trabalho.

Fonte: Betalabs

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