10 de Novembro – Dia do Intensivista

Dia instituído pelo Projeto de Lei número 6367/05.

Viver em constante desafio para salvar vidas é o trabalho de mais de 5 mil intensivistas (3.500 homens e 1.700 mulheres) que atuam nas unidades de terapia intensiva (UTI´s), públicas e privadas, do Brasil. A informação é da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).

Representada na maioria por médicos, os intensivistas também são aqueles que integram uma equipe multidisciplinar que atua nas UTI´s e são formados por: psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, enfermeiros e nutricionistas. Esses profissionais utilizam recursos humanos e tecnológicos para encontrar caminhos para tornar a vida possível quando ainda ela pode se manifestar. A atuação dessa equipe no complexo UTI visa reduzir a morbidade e mortalidade sempre que possível e manter os pacientes nas melhores condições de acordo com seu quadro clínico.

Atualmente, no Brasil, há 21 mil leitos espalhados nos hospitais, de acordo com o Ministério da Saúde, mas ainda não há um número correto de profissionais para atender todas as demandas das UTI´s. Nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais existem o maior contingente de intensivistas. A AMIB batalha de forma positiva para capacitar os médicos e profissionais de saúde para atender as necessidades de cuidados especiais aos pacientes críticos e despertar o interesse da nova geração de médicos para essa especialidade.

Hoje, os recursos disponibilizados proporcionam que a vida tenha uma segunda chance nas UTI´s nos momentos em que ela se revela mais vulnerável. Apesar dessa importante função, a sociedade desconhece o médico intensivista e os benefícios de uma UTI.

A especialidade  foi reconhecida no Brasil desde 2003 pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Porém desde 1980, os intensivistas articulavam-se pelo País por meio da AMIB acompanhando o movimento da medicina intensiva nos Estados Unidos.

O médico intensivista tem a função de liderar a equipe multidisciplinar no atendimento aos pacientes graves. O perfil desse profissional destaca-se pelo forte espírito de trabalho, bom senso, agilidade de pensamento, ação, equilíbrio e serenidade frente as situações de emergências. Cabe a ele comunicar a morte de um paciente.

Para ser um intensivista, o profissional precisa cursar residência médica em medicina intensiva e especializar em adulto, pediátrica ou neonatal. Pode ser também uma segunda especialidade. O médico pode ser cardiologista e intensivista.

As Universidades já oferecem essa disciplina. O profissional também pode frequentar os cursos de especialização oferecidos  pela AMIB e reconhecido pelo MEC.

Fonte: CCJ da Câmara / Portal Clic Saúde

intensivista

 

 

Published in: on 02/11/2016 at 21:34  Deixe um comentário  
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